Capítulo 132 - Morte

1030 Words

MORTE NARRANDO Pô, que felicidade ver minha loirona acordada, cuidando dos nossos filhos. Mano, não dá pra tirar os moleques da UTI ainda, mas a Raisa já trocou a fralda e deu o leitinho pra eles, tá toda sorridente e chorosa ao mesmo tempo, e eu aqui, só babando, curtindo minha família. E quando ela me pede ajuda para estimular os seïos, a tal da glândula mamária, eu vou sorrindo, mano. Já falei, se ela quiser também estimulo com a boca, não tem problema não. — Tá doido , Garoto — Ela falou sorrindo. — Doido por você, minha loirona. — Falei beijando a sua boquinha gostosa. Mas se tem uma parada que pode me deixar bolado são as amigas dela. Cada vez que uma aparece ou liga, a Raisa chora, e o médico já falou pra ela tentar manter a calma e sempre procurar serenidade e tranquilidade pr

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