JÚLIA Mais um dia morrendo de sono, mas mesmo assim indo trabalhar. Desde que o VT me mostrou aquela carta, eu não consegui tirar o filho da p**a do Alessandro da minha cabeça. Parece que eu sentia a presença dele a todo momento, como se fosse uma assombração. Nanda: Bom dia, minha querida! Dormiu bem? — ela me abraça quando eu entro na cozinha. Júlia: Bom dia, dona Nanda. Dormi sim. — minto, forçando um sorrisinho simpático. — Vou atender alguns clientes lá fora. Coloco o avental e vou pra frente. Atendo os clientes, entrego os pedidos pra dona Nanda e fico sentada mexendo no celular, até o grupinho de sempre chegar pra comer. VT, JP e RV. Os três patetas. RV: Fala comigo, Lisa. Nós quer uma coxinha pra cada e suco de maracujá, morô? — ele fala, e eu anoto. Entrego o pedido pra

