Perigo Entro no quarto onde ela estava. Mandamos trocar a Mavi de quarto. Os funcionários tinham colocado ela no mais barato, todo fedorento, achando que a gente não ia pagar um quarto melhor pra ela. É brincadeira, né? Eu nem tava sabendo disso. Quando cheguei aqui, o tio JP que me contou. Ele mesmo pagou o melhor quarto pra ela. Luiza: — Oi, meu amor… como você tá? — fala com o rosto cansado. Perigo: — Tudo andando, tia. Mais pra frente do que pra trás. E aí… como a princesa tá? — aponto com o queixo pra Mavi. Luiza: — Tá se recuperando dos ferimentos, fazendo o tratamento direitinho… mas o médico ainda não diz nada sobre ela acordar. Perigo: — Fé no homem lá de cima, tia. Diagnóstico de médico não é sentença. Quem põe o ponto final é Ele. — aponto pra cima. Luiza: — Tem razão…

