LORENZO MALDINI Eu estava como aquelas crianças gripadas, que passam o dia em casa fazendo vários nadas. Okay, dormir foi legal. Até sonhei, cheguei a virar os olhos de tão bom que o sonho havia sido. Com flores, perfumes, cachoeiras... Resumindo no meu bom vocabulário: tirei o vestido de flores da Carolina, inalei seu perfume. Não só o sintético, mas o natural, e fiz Carolina gozar, liberando seu doce como cachoeira. Era uma imaginação guiada à necessidade. Eu sou fofo! A desgraçada nem disse um tchau. Nem um “até logo”! E isso meio que me motivava a pensar que não tivemos um final, um ponto final. E até casos precisavam de um ponto final. Sonhar com ela indicava que eu não estava satisfeito. A gente sonha com aquilo que quer ter e eu ainda a queria. Porra! Cheguei a me iludir q

