O jantar com os árabes

1295 Words
Esther Ele está na banheira de olhos fechados, pelo pouco que conseguir estaca conseguir ouvir estava conversando com o pai, esperei ele terminar sentada na cama ansiosa, e entrei devagarinho, quando entrei na banheira surpreendendo-o, ele arregalou os olhos e aquela irritação de antes vi desaparecer dos olhos dando lugar a excitação. - Acho que criei um monstro, onde está aquela menina inocente que dona Madalena achava que tinha em casa? _ diz num tom malicioso. - Aquela menina que todos viam era só uma máscara, dona Madalena sempre conheceu a verdadeira Esther. _ digo surpreendendo, se ele acha que sempre fui uma boba está muito enganado, as vezes é necessário se fingir de bobo para saber quais são as verdadeiras intenções de algumas pessoas. - Estou diante de uma atriz então? _ diz num tom inquisidor suspendendo a sobrancelha. - Não meu querido, está diante de uma mulher inteligente. _ digo piscando um olho, enquanto minhas mãos percorrem seu corpo por dentro d’água. - Gosto de suas versões, mas não pense que pode me manipular Esther, sou um homem feito. _ diz quase sem voz quando começo a manipular seu pênis ereto. - Mas já estou manipulando, querido. _ digo ambiguamente, quando intensifico meus movimentos e mordo sua orelha devagar. - Isso é covardia Esther. _ fala me agarrando rapidamente, puxando meu corpo para cima do seu, abrir minhas pernas, me encaixando no seu pai, ele gemeu então comecei a quicar e rebolar nele, intercalando os movimentos em busca do meu próprio prazer, quando mais nos movemos mais água cai no chão, não nos importamos e a única coisa que importa é nós dois e o que sentimos um pelo outro. - Como eu te quero, mulher. _ diz agarrado a mim, assim que paramos acalmando nossa respiração. - Também te quero muito._digo sorrindo, terminamos nosso banho num clima gostoso, entre beijos e risos. - Falei com meu pai, os árabes querem que nos juntemos a eles num jantar hoje à noite. _ diz me olhando. - Tudo bem, vai tratar de negócios em plena lua de mel? - Não, mas eles estão aqui com as famílias e soube que me casei, então uma coisa levou a outra. - Tudo bem, será bom conhecer pessoas de outra cultura, sem ser da máfia. _ digo sorrindo. - Eles pertencem a máfia, mas não a nossa, como lhe disse meu pai tem muitos contatos, eles estão querendo conhecer mais as nossas famílias, é um jeito deles saber se podem continuar investindo conosco. _ ele me explica e isso me deixa com orelha em pé, lembro da minha mãe me manda fica atenta e tomar cuidado, quando penso que estou longe da máfia, meu sogro é uma mafioso inrustido que se finge de bom moço. aff. - Nunca conheci pessoas de outra máfia, será no mínimo interessante. _ digo pensativa. - Sim, mas devemos tomar alguns cuidados, como a vestimentas, mulheres não tocam nos homens e nem lhe dirige a palavra. - Tudo bem, você os conhece? - Conheço, vamos nos encontrar com a família do Hassan e do Abdul, me encontrei com eles na outra vez que estive aqui, mas eles estavam sozinhos, hoje deve estar com suas esposas e filhos. - Esposas? - Sim, a religião deles permite, da outra vez Hassan me disse que tinha duas esposas e Abdul tem três, também tem filhos, mas não sei como funciona isso, lá descobrimos. _ diz sorrindo. - Deve ser tão estranho esse negócio de dividir o marido, eu que não quero saber disso comigo. _ digo balançando a cabeça negando, só de imaginar Pietro com outra esposa. - Nem eu quero saber de outra mulher, você é tudo que eu quero, minha Mary Jane, ainda aguenta mais um pouco de seu homem aranha no meio de suas pernas. _ diz me abraçando por trás, me levando em direção a cama. - Com certeza, minha Mary Jane estará sempre doida para se envolver em suas teias. _ digo toda manhosa, rebolando minha b***a em seu p*u. - Assim que eu gosto. Ficamos na cama pelo resto do dia, parando só para nos alimentar, quando começou a escurecer, fomos nos arrumar para o jantar, coloco um vestido branco, leve, mas de manga comprida e de um bom comprimento, Pietro estava muito gostoso e não sei se foi proposital, pois, colocou um camisa branca com jaqueta e calça escura, depois de um admirar o outro partimos ao hotel e vi que ao lado do terreno do meu sogro que tinha visitado com Pietro. - As-salām ‘alaikum Pietro. _ diz um homem assim que avista meu marido e o cumprimenta com um abraço e beijando seu rosto umas três vezes. - As-salām ‘alaikum Hassan. _ responde meu marido. - Essa é minha esposa Martina Esther. - As-salām‘alaikum senhora Mar-tina. _ diz meu nome com dificuldade e maneia a cabeça me cumprimentando, bem diferente de como fez com Pietro. - As-salām ‘alaikum Hassan. _ respondo com dificuldade, rimos. - Vamos lá conhecer nossas famílias, rapaz. _ diz nos levando em direção ao elevador. - Não vamos jantar num restaurante Hassan? _ perguntou Pietro a mesma pergunta que já estava pronta para fazer, mas ele se adiantou. - Não, não vamos tratar de negócios e nossas famílias são grandes, acaba sendo um incômodo sair com todos. _ responde ele quase rindo enquanto aperta o botão do elevador para cobertura. - Compreendo. _ responde Pietro, fico quieta, já me acostumei a não falar muito nesses tipos de jantares, em casa raramente abria a boca nos eventos da máfia, apenas quando se dirigiam a mim as vezes respondia, quando era permitido por Martín. - Além disso gostamos das nossas reuniões, são muito alegres, cheia de alegria e dança, espero que goste de estar conosco essa noite. Logo que chegamos na cobertura, somos recepcionados pelo Abdul cercado por sua três mulheres, Aisha, Latifah e Zora, sou cumprimentada com abraços e beijos e rapidamente levada para mais distantes dos homens, sou cercada de mulheres e crianças, conversando ao mesmo tempo, me apresentam a todas, mas não consigo guarda os nomes foi muito rápido e algumas não fala nosso idioma. - As-salām‘alaikum, sou Ana, filha mais velha da segunda esposa do Hassan. _ se apresenta sorrindo - As-salām‘alaikum, prazer sou Esther a esposa de Pietro. _ respondo sorrindo. - Você é muito bonita, posso te perguntar uma coisa? - Já perguntou, mas pode fazer outra. _ falei sorrindo, ela demora um pouco para entender e logo rir também. - É bom ter o marido só para si? é tão diferente de lá. _ pergunta-me olhando como se estivesse me avaliasse. - Quando há amor e o casal vive um para o outro, é muito bom. _ digo sorrindo. - Claro, tomara que meu prometido me ame então. _ responde um pouco cabisbaixa. - Vai se casar? _ perguntei curiosa, ninguém mandou ela vir, agora tem que contar tudo. - Sim, sei que daqui do ocidente, mas ainda não sei quem é, não sei se serei a primeira esposa ou não, estou tão ansiosa. _ responde se aproximando e falando como se fosse um segredo. - Se seguir nossos costumes acredito que será a única. _ falo e a vejo olhar para mim esperançosa, mas não vou dizer que os homens do lado de cá costumam ter amantes. - Tomara._ diz sorrindo. O restante da noite foi num clima muito agradável entre risadas e muita dança, as mulheres me ensinaram alguns passos e até me emprestaram um veú, depois os homens se juntaram a nós, dançando e batendo palmas, nos despedimos e eles prometeram se junta a nós em Chicago para um jantar na casa de meu sogro.
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