Nossa noite de núpcias foi maravilhosa, Pietro me adorou como uma deusa e como tal tive meu súdito aos meus pés, obedecendo cada ordem que eu dava, confesso que por mim mesma passaria toda noite transando feito uma louca que acaba de descobrir o gosto de um sorvete de chocolate com raspas de chocolate crocante, mas minha pobre bocetinha não aguentou toda aquela gostosura depois da segunda rodada de sexo quente e bruto que aquele homem estava disposto a me proporcionar tive que pedir arrego e dormir sem ao menos tomar um banho.
- Acorda gostosa, ainda temos que viajar. _ diz meu maridinho beijando meu pescoço, me deixando toda arrepiada.
- Me deixa dormir homem, você destruiu minha b****a. _ digo com o rosto enfiado no travesseiro, louca para continuar dormindo.
- Rsrsrsrsrsrs ah Esther! você ainda tem muito que aprender, ainda não fiz nem metade do que pretendo com você, vamos levantar e tomar um banho. _ diz puxando o lençol de cima de mim, já que me cobrir dos pés até a cabeça, puxa até me descobrir e me tirar da cama me levando em direção ao banheiro, só que sou mais rápida.
- Nem pense que vai enfiar sua cobra descontrolada em minha Mary Jane agora de manhã, minha gostosa precisa de descanso então mantenha esse p*u bem guardadinho ai. _digo passando em sua frente indo para banheiro.
- Sua Mary Jany? Por acaso virei o homem aranha Esther? _ diz levantando uma das sobrancelhas, com um sorriso cafajeste estampado no rosto.
- Sim meu amor, porque minha bocetinha é perfeita para esse p*u lindo que agora pertence somente a mim e ai de você que pense e enfiar em outro lugar. _ falo toda autoritária, mas sensual como ele gosta e nua caminhei em sua direção com um andar sexy, deixando-o e******o, toco em seu p*u e masturbo rapidamente e ele goza em minhas mãos.
- p***a Esther, assim você acaba comigo. _ diz com sua voz rouca todo e******o depois que goza.
- Hum adoro, vê meu maridinho assim, mas falei sério querido.
- Sou todo seu, sua louca, sou homem de uma mulher só, Martina Esther Santiago. _ diz me abraçando e beijando meu pescoço, mas fujo correndo para o banheiro e tranco a porta.
Preciso descansar a minha gostosa e me preparar para a viajem que estar por vim, Pietro acha que me engana com essa conversa melosa dele de fidelidade comigo, talvez ele pense que sou como as vadias que ele sai antes, minha mãe sempre me disse que Martin as vezes tinha uma conversa doce antes de lhe causar as piores dores, dizia que a amava e era fiel, mas na primeira oportunidade desfilava com uma amante em sua frente, fora as dores físicas, sei que ele não é espancador de mulheres e nem sádico como meu pai, mas também não é nenhum santo.
- Vamos lá gostosa, temos que tomar café antes de ir para o aeroporto. _ Grita meu marido, me tirando das minhas pequenas divagações, em frente ao espelho onde me admiro.
- Estou quase pronta, Pietro, deixa de pressa. _ respondo no mesmo tom, estou dentro do closet, terminando minha make.
- p***a Esther, você fica linda de qualquer jeito. _ diz me beijando e seguimos para o andar de baixo, onde encontramos meus sogros na mesa tomando o café da manhã.
- Bom dia. _ dissemos juntos.
- Ainda em casa pai? pensei que já teria ido para empresa. _ diz Pietro assim que nos sentamos.
- Estou um pouco cansado, nosso fim de semana foi bem agitado, deixei meus compromissos para tarde. _responde meu sogro parecendo um pouco emburrado.
- Seu pai agora me acompanha no café da manhã, já que fico muito sozinha nessa casa desde que Vincent se casou e você não para em casa. _ diz minha sogra sorridente, meu sogro segura na mão dela e dá um beijo.
- Verdade? que coisa boa mãe! breve poderemos todos fazer isso juntos com a senhora, quando chegar da minha lua de mel, assumo minha cadeira novamente na diretoria para o pai poder passar mais tempo com a senhora.
- Conto com você, meu filho, precisamos recuperar os prejuízos que você me causou, nos últimos meses. _ diz meu sogro sério e olha para mim e dá um sorriso sugestivo, acredito que tenha se referido ao valor que meu pai cobrou a ele por esse casamento.
- Pai..._ diz Pietro chamando-lhe atenção.
- Animada em viver aqui conosco Martina? _ pergunta minha sogra dona Layla, carinhosamente, para mudar o rumo da conversa que estava se formando um clima desagradável pelo o olhar e expressão do meu sogro.
- Sim, pode me chamar de Esther, sogra, já pesquisei algumas coisas que pretendo fazer aqui, inclusive a universidade. _ respondo para ela que parece animada com minha resposta.
- Que maravilha, nossa casa agora terá mais vida, com vocês aqui conosco. _ sorrio para ela.
- Sim mãe, a Esther é bem animada, acredito que vocês se darão bem, vovó Marta a adorou.
- Mamãe ama todo mundo, tem um coração do tamanho do mundo. _ pela primeira vez desde que sentamos a mesa vejo Sr Maximus sorrir.
- Marta é um amor, sempre nos demos muito bem, ainda bem nunca tive problemas com minha sogra, lembro que morria de medo quando nosso casamento foi acordado e soube que moraríamos na mesma casa com ela, temia que ela fosse como aquelas megeras. _ diz dona Layla e todos sorrimos.
- Se preocupou à toa, minha mãe sempre gostou de você e quando disse que com você que tínhamos feito o acordo de casamento, ela vibrou. _ diz ele carinhoso para ela.
- Que conversa é essa? Sempre pensei que vocês tinham se casado depois de um encontro romântico e coisa e tal. _ diz Pietro sério com uma expressão engraçada.
- Eu já tinha visto sua mãe em algumas festas, mas o Martín e os seus acordos tinham algumas opções para mim inclusive ela, então como não sou nenhum i****a a escolhi e então fechamos o acordo com o pai dela. _ diz meu sogro olhando para o nada como se lembrasse de algo.
- Mas eu não me lembro dele em nenhuma de nossas festas familiares, nem do senhor falando dele aqui em casa. _ pergunta meu marido curioso enquanto como feito uma esfomeada.
- Esse foi a minha parte do acordo com ele, que eu não participaria ativamente das atividades da máfia, então nunca mais nos vimos, eventualmente nos falávamos quando ele queria que eu fizesse algo para ele, coisa legal, esperava encontrá-lo no noivado de vocês, mas devido as fatalidades de seu ramo... enfim, não nos vimos. _ responde ele sem esboçar nenhuma emoção, com um olhar frio que muito me fez lembrar o Martin.
- Hum agora entendo o porquê de nunca ter conhecido todos vocês, apesar de sermos família. _ digo mais para mim do que para os outros.
- Fomos criados juntos até nosso pai morrer, sou apenas sete anos mais novo que ele, não fomos próximos e quando papai morreu mamãe saiu logo de lá de Felicidia e foi para sua fazenda que era um presente de papai para ela, como filho mais novo na máfia não tive direito a herança, tudo que tínhamos foram as coisas que papai tinha dado a ela e uma boa quantia de dinheiro no banco, sei bem do que Martín é capaz, por isso na mesma hora que Pietro me ligou, liguei para ele e paguei o que ele queria para o casamento de vocês ou ele mataria meu filho. _ diz Maximus.
- Obrigado pai, sei que posso contar com o senhor por isso lhe liguei assim que Hernandez nos pegou junto. _ diz Pietro.
- Mas o que você estava pensando menina, sabendo quem é sua família e principalmente seu pai, vai para uma boate e se atraca com um homem qualquer, sabe que os dois poderiam ser mortos? _ diz ele e vejo raiva em seu olhar, naquele instante eu sei que terei problemas nessa casa.
- Eu... me apaixonei assim que o vi e... rolou. _ digo sem jeito, mas com vontade de pular no pescoço dele, pode não serem parecidos fisicamente, mas ele tem muitas características como a de Martín.
- Se apaixonou, hã._ fala irritado.
- Acho que está na hora de irem para o aeroporto, não é mesmo? _ diz dona Layla nos chamando atenção já que o clima pesou na mesa.
- Claro, venha Esther. _ diz Pietro pegando em minha mão e me tirando da mesa, me despeço de minha sogra com um sorriso singelo de agradecimento e nem olho para sr Maximus, não quero chamá-lo de tio, soa estranho já que me casei com meu primo e agora ele é meu sogro, também nunca tivemos nenhum contato na vida.