O sol da manhã atravessava as cortinas do quarto quando Laura começou a despertar lentamente, o peso confortável da gravidez a fazia dormir mais profundamente do que antes, mas também tornava cada manhã um pouco mais difícil. Ela se mexeu na cama, ainda meio sonolenta. Foi então que percebeu alguém parado ao lado. Laura abriu os olhos de vez. Ali estava Guilherme, apoiado na lateral da cama, segurando um copo de suco de laranja em uma mão e um pequeno prato com frutas cortadas na outra. Por um segundo ela apenas piscou, tentando entender o que estava acontecendo. — Guilherme? — a voz saiu rouca de sono. — O que você está fazendo aqui? Ele sorriu com naturalidade, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. — Bom dia pra você também. Laura apoiou os cotovelos no colchão e se

