Luiza Os dias seguintes à minha chegada à Itália foram um misto de esperança e preocupação. Eu estava determinada a ajudar as freiras a reerguerem suas vidas, mas as dificuldades eram maiores do que eu imaginava. Elas estavam sem abrigo, sem recursos e, embora a fé as mantivesse de pé, sabíamos que precisávamos de uma solução urgente. Sentada no pequeno pátio improvisado onde as freiras estavam temporariamente abrigadas, tentei pensar em maneiras de arrecadar fundos, contatar instituições ou encontrar ajuda. Mas tudo parecia um desafio enorme. Eu sabia que não poderia fazer isso sozinha. Foi então que o inesperado aconteceu. Enquanto andava pelas ruas estreitas e antigas da pequena cidade italiana, pensando no que poderia fazer a seguir, ouvi uma voz familiar chamar meu nome. — Luiza?

