O dia amanheceu de forma sombria e pesada, como se o próprio céu estivesse de luto pela ausência de Selene. As nuvens carregadas derramavam uma chuva incessante sobre o reino, um reflexo das lágrimas silenciosas que o mundo derramava pela guardiã perdida. Higor, incapaz de encontrar paz durante a noite, permaneceu em vigília diante da janela do castelo, observando a floresta com olhos cansados, mas atentos. Sua mente oscilava entre a esperança e o desespero, enquanto ansiava pelo retorno de Selene, mesmo sabendo, no fundo de seu coração, que a probabilidade era mínima. As horas se arrastaram lentamente, cada batida da chuva contra as janelas do castelo ecoando como um lembrete constante da solidão e da incerteza que pairava sobre eles. Higor m*l conseguiu fechar os olhos, seu cansaço físi

