Nos confins de um reino onde a luz da lua reinava soberana, a deusa da lua observava com pesar e aflição os eventos que se desdobravam na Terra. Seus olhos, brilhantes como estrelas, refletiam a tristeza e a preocupação que pesavam em seu coração imortal. Com todo o seu poder e graça, a deusa desejava ardentemente descer à Terra e intervir diretamente nos assuntos dos mortais. No entanto, ela sabia que tal ação estava além dos limites que lhe foram impostos. Intervir mais do que já havia feito poderia acarretar consequências catastróficas, não apenas para os habitantes da Terra, mas também para seu próprio reino celestial. Ela sabia que seu mais odiado irmão, Hades, o senhor dos subterrâneos, aguardava ansiosamente por uma oportunidade de usurpar seu poder e reclamar o reino da lua para

