A manhã de segunda-feira chegou preguiçosa na mansão da Barra. Luna Tavares acordou depois do meio-dia, o corpo ainda deliciosamente dolorido da noite anterior. O lado da cama de Victor estava vazio, mas um bilhete repousava no travesseiro: “Bom dia, minha noiva. Tive que sair cedo para uma reunião. Te amo. Te ligo mais tarde. V.” Ela sorriu, tocando a aliança no dedo, e se espreguiçou. Vestiu uma calça jeans justa que marcava suas coxas grossas e uma blusa preta de decote V profundo, que valorizava os s***s fartos. Desceu as escadas descalça, sentindo o frio do mármore.Dona Neuza, a governanta, preparava o almoço na cozinha. — Bom dia, Luna. O Sr. Victor ligou duas vezes perguntando se você já havia acordado. Disse que estava preocupado. Luna sorriu, sentindo um calor gostoso no peit

