Luna parou diante do grande espelho de corpo inteiro que ficava ao fundo do quarto, o mesmo que ela havia olhado minutos antes, quando se arrumava para sair com as amigas numa tentativa desesperada de fugir de si mesma e da dor que sentia. Agora, porém, o reflexo que via não era mais o de uma mulher perdida, magoada ou cheia de orgulho ferido. Era o reflexo de quem finalmente tinha enxergado o que realmente importava, de quem tinha ouvido as palavras certas na hora certa e, acima de tudo, de quem tinha tido coragem de admitir os próprios erros. Passou a mão devagar pela barra do vestido longo preto, tecido brilhante e macio que escorria pelo corpo como água, modelando cada curva, marcando a cintura fina e os s***s altos, com aquela f***a generosa na perna que revelava as suas pernas lon

