Terror
Sai da casa dela e fui pra boca, cheguei
lá sentei na minha cadeira e fiz três
carreiras de pó e comecei a cheirar.
A mandada da Thayná ta achando que
é assim, entra na minha vida quando
quer e sai quando quer também.
Ja tá no meu nome ela, se eu te falar
que não to gostando dela é mentira,
foi aquele bagulho de amor a primeira
vista, pareço um viado com esses
bagulho, mas to nem ai.
Ja prevejo nois juntinho rapá, coisa
de maluco, meu negócio era só meu
morro, drogas e a p**a daqui, pra mim
tava ótimo assim, mas ai entra Thayná,
garota chegou pra fuder com tudo,
principalmente com meu piscológico.
Pow, nem é esses bagulho de atração
fisica não, é um bagulho que eu nunca
senti por outra mina.
Pretendo assumir a Thayná como
fiel, se bobiar até casar com ela, pow
dúvido que ela não vai querer ficar
comigo, todas me querem por que ela
vai ser diferente? Tem lógica isso não
mermão.
Ja mandei o papo pra ela que não
precisa ficar usando aquelas calcinha
fina, só fica marcando mais aquele
bundão dahora dela.
Terminei de usar me bagui e mandei
um radinho pro Rn.
- brota lá na casa da Thayná e manda
ela vim pra cá.
Rn: ela deve ta dormindo agora chefe.
- se tiver acordada manda ela vim.
Rn: e se ela não quiser?
- ameaça ela.
Rn: jaé.
Fiquei sentando ali esperando a
mandanda.
Depois de um tempo ela apareceu com
um pijama curto pra c*****o.
Thay: que foi? - cruzou os braços.
Terror: Ja que eu não posso ir pra casa
Thay: aqui fede, que nem você - fez
cara de nojo e eu ri.
Terror: qual é a desse pijama ai?
Thay: gostou? - foi sarcástica e eu dei
uma risada.
Terror: não - fechei a cara - quero tu
usando mais isso não. - ela deu uma
gargalhada.
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de noio e eu alisei a
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de nojo e eu alisei a
bochecha dela.
Thay: eu te odeio.
Revirei os olhos e dei um selinho nela.
Thay: me solta, eu nunca vou gostar
de você. - soltei ela e a mesma saiu dali
batendo a porta.
Terror
Sai da casa dela e fui pra boca, cheguei
lá sentei na minha cadeira e fiz três
carreiras de pó e comecei a cheirar.
A mandada da Thayná ta achando que
é assim, entra na minha vida quando
quer e sai quando quer também.
Ja tá no meu nome ela, se eu te falar
que não to gostando dela é mentira,
foi aquele bagulho de amor a primeira
vista, pareço um viado com esses
bagulho, mas to nem ai.
Ja prevejo nois juntinho rapá, coisa
de maluco, meu negócio era só meu
morro, drogas e a p**a daqui, pra mim
tava ótimo assim, mas ai entra Thayná,
garota chegou pra fuder com tudo,
principalmente com meu piscológico.
Pow, nem é esses bagulho de atração
fisica não, é um bagulho que eu nunca
senti por outra mina.
Pretendo assumir a Thayná como
fiel, se bobiar até casar com ela, pow
dúvido que ela não vai querer ficar
comigo, todas me querem por que ela
vai ser diferente? Tem lógica isso não
mermão.
Ja mandei o papo pra ela que não
precisa ficar usando aquelas calcinha
fina, só fica marcando mais aquele
bundão dahora dela.
Terminei de usar me bagui e mandei
um radinho pro Rn.
- brota lá na casa da Thayná e manda
ela vim pra cá.
Rn: ela deve ta dormindo agora chefe.
- se tiver acordada manda ela vim.
Rn: e se ela não quiser?
- ameaça ela.
Rn: jaé.
Fiquei sentando ali esperando a
mandanda.
Depois de um tempo ela apareceu com
um pijama curto pra c*****o.
Thay: que foi? - cruzou os braços.
Terror: Ja que eu não posso ir pra casa
Thay: aqui fede, que nem você - fez
cara de nojo e eu ri.
Terror: qual é a desse pijama ai?
Thay: gostou? - foi sarcástica e eu dei
uma risada.
Terror: não - fechei a cara - quero tu
usando mais isso não. - ela deu uma
gargalhada.
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de noio e eu alisei a
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de nojo e eu alisei a
bochecha dela.
Thay: eu te odeio.
Revirei os olhos e dei um selinho nela.
Thay: me solta, eu nunca vou gostar
de você. - soltei ela e a mesma saiu dali
batendo a porta.
Terror
Sai da casa dela e fui pra boca, cheguei
lá sentei na minha cadeira e fiz três
carreiras de pó e comecei a cheirar.
A mandada da Thayná ta achando que
é assim, entra na minha vida quando
quer e sai quando quer também.
Ja tá no meu nome ela, se eu te falar
que não to gostando dela é mentira,
foi aquele bagulho de amor a primeira
vista, pareço um viado com esses
bagulho, mas to nem ai.
Ja prevejo nois juntinho rapá, coisa
de maluco, meu negócio era só meu
morro, drogas e a p**a daqui, pra mim
tava ótimo assim, mas ai entra Thayná,
garota chegou pra fuder com tudo,
principalmente com meu piscológico.
Pow, nem é esses bagulho de atração
fisica não, é um bagulho que eu nunca
senti por outra mina.
Pretendo assumir a Thayná como
fiel, se bobiar até casar com ela, pow
dúvido que ela não vai querer ficar
comigo, todas me querem por que ela
vai ser diferente? Tem lógica isso não
mermão.
Ja mandei o papo pra ela que não
precisa ficar usando aquelas calcinha
fina, só fica marcando mais aquele
bundão dahora dela.
Terminei de usar me bagui e mandei
um radinho pro Rn.
- brota lá na casa da Thayná e manda
ela vim pra cá.
Rn: ela deve ta dormindo agora chefe.
- se tiver acordada manda ela vim.
Rn: e se ela não quiser?
- ameaça ela.
Rn: jaé.
Fiquei sentando ali esperando a
mandanda.
Depois de um tempo ela apareceu com
um pijama curto pra c*****o.
Thay: que foi? - cruzou os braços.
Terror: Ja que eu não posso ir pra casa
Thay: aqui fede, que nem você - fez
cara de nojo e eu ri.
Terror: qual é a desse pijama ai?
Thay: gostou? - foi sarcástica e eu dei
uma risada.
Terror: não - fechei a cara - quero tu
usando mais isso não. - ela deu uma
gargalhada.
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de noio e eu alisei a
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de nojo e eu alisei a
bochecha dela.
Thay: eu te odeio.
Revirei os olhos e dei um selinho nela.
Thay: me solta, eu nunca vou gostar
de você. - soltei ela e a mesma saiu dali
batendo a porta.
Terror
Sai da casa dela e fui pra boca, cheguei
lá sentei na minha cadeira e fiz três
carreiras de pó e comecei a cheirar.
A mandada da Thayná ta achando que
é assim, entra na minha vida quando
quer e sai quando quer também.
Ja tá no meu nome ela, se eu te falar
que não to gostando dela é mentira,
foi aquele bagulho de amor a primeira
vista, pareço um viado com esses
bagulho, mas to nem ai.
Ja prevejo nois juntinho rapá, coisa
de maluco, meu negócio era só meu
morro, drogas e a p**a daqui, pra mim
tava ótimo assim, mas ai entra Thayná,
garota chegou pra fuder com tudo,
principalmente com meu piscológico.
Pow, nem é esses bagulho de atração
fisica não, é um bagulho que eu nunca
senti por outra mina.
Pretendo assumir a Thayná como
fiel, se bobiar até casar com ela, pow
dúvido que ela não vai querer ficar
comigo, todas me querem por que ela
vai ser diferente? Tem lógica isso não
mermão.
Ja mandei o papo pra ela que não
precisa ficar usando aquelas calcinha
fina, só fica marcando mais aquele
bundão dahora dela.
Terminei de usar me bagui e mandei
um radinho pro Rn.
- brota lá na casa da Thayná e manda
ela vim pra cá.
Rn: ela deve ta dormindo agora chefe.
- se tiver acordada manda ela vim.
Rn: e se ela não quiser?
- ameaça ela.
Rn: jaé.
Fiquei sentando ali esperando a
mandanda.
Depois de um tempo ela apareceu com
um pijama curto pra c*****o.
Thay: que foi? - cruzou os braços.
Terror: Ja que eu não posso ir pra casa
Thay: aqui fede, que nem você - fez
cara de nojo e eu ri.
Terror: qual é a desse pijama ai?
Thay: gostou? - foi sarcástica e eu dei
uma risada.
Terror: não - fechei a cara - quero tu
usando mais isso não. - ela deu uma
gargalhada.
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de noio e eu alisei a
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de nojo e eu alisei a
bochecha dela.
Thay: eu te odeio.
Revirei os olhos e dei um selinho nela.
Thay: me solta, eu nunca vou gostar
de você. - soltei ela e a mesma saiu dali
batendo a porta.
Terror
Sai da casa dela e fui pra boca, cheguei
lá sentei na minha cadeira e fiz três
carreiras de pó e comecei a cheirar.
A mandada da Thayná ta achando que
é assim, entra na minha vida quando
quer e sai quando quer também.
Ja tá no meu nome ela, se eu te falar
que não to gostando dela é mentira,
foi aquele bagulho de amor a primeira
vista, pareço um viado com esses
bagulho, mas to nem ai.
Ja prevejo nois juntinho rapá, coisa
de maluco, meu negócio era só meu
morro, drogas e a p**a daqui, pra mim
tava ótimo assim, mas ai entra Thayná,
garota chegou pra fuder com tudo,
principalmente com meu piscológico.
Pow, nem é esses bagulho de atração
fisica não, é um bagulho que eu nunca
senti por outra mina.
Pretendo assumir a Thayná como
fiel, se bobiar até casar com ela, pow
dúvido que ela não vai querer ficar
comigo, todas me querem por que ela
vai ser diferente? Tem lógica isso não
mermão.
Ja mandei o papo pra ela que não
precisa ficar usando aquelas calcinha
fina, só fica marcando mais aquele
bundão dahora dela.
Terminei de usar me bagui e mandei
um radinho pro Rn.
- brota lá na casa da Thayná e manda
ela vim pra cá.
Rn: ela deve ta dormindo agora chefe.
- se tiver acordada manda ela vim.
Rn: e se ela não quiser?
- ameaça ela.
Rn: jaé.
Fiquei sentando ali esperando a
mandanda.
Depois de um tempo ela apareceu com
um pijama curto pra c*****o.
Thay: que foi? - cruzou os braços.
Terror: Ja que eu não posso ir pra casa
Thay: aqui fede, que nem você - fez
cara de nojo e eu ri.
Terror: qual é a desse pijama ai?
Thay: gostou? - foi sarcástica e eu dei
uma risada.
Terror: não - fechei a cara - quero tu
usando mais isso não. - ela deu uma
gargalhada.
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de noio e eu alisei a
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de nojo e eu alisei a
bochecha dela.
Thay: eu te odeio.
Revirei os olhos e dei um selinho nela.
Thay: me solta, eu nunca vou gostar
de você. - soltei ela e a mesma saiu dali
batendo a porta.
Terror
Sai da casa dela e fui pra boca, cheguei
lá sentei na minha cadeira e fiz três
carreiras de pó e comecei a cheirar.
A mandada da Thayná ta achando que
é assim, entra na minha vida quando
quer e sai quando quer também.
Ja tá no meu nome ela, se eu te falar
que não to gostando dela é mentira,
foi aquele bagulho de amor a primeira
vista, pareço um viado com esses
bagulho, mas to nem ai.
Ja prevejo nois juntinho rapá, coisa
de maluco, meu negócio era só meu
morro, drogas e a p**a daqui, pra mim
tava ótimo assim, mas ai entra Thayná,
garota chegou pra fuder com tudo,
principalmente com meu piscológico.
Pow, nem é esses bagulho de atração
fisica não, é um bagulho que eu nunca
senti por outra mina.
Pretendo assumir a Thayná como
fiel, se bobiar até casar com ela, pow
dúvido que ela não vai querer ficar
comigo, todas me querem por que ela
vai ser diferente? Tem lógica isso não
mermão.
Ja mandei o papo pra ela que não
precisa ficar usando aquelas calcinha
fina, só fica marcando mais aquele
bundão dahora dela.
Terminei de usar me bagui e mandei
um radinho pro Rn.
- brota lá na casa da Thayná e manda
ela vim pra cá.
Rn: ela deve ta dormindo agora chefe.
- se tiver acordada manda ela vim.
Rn: e se ela não quiser?
- ameaça ela.
Rn: jaé.
Fiquei sentando ali esperando a
mandanda.
Depois de um tempo ela apareceu com
um pijama curto pra c*****o.
Thay: que foi? - cruzou os braços.
Terror: Ja que eu não posso ir pra casa
Thay: aqui fede, que nem você - fez
cara de nojo e eu ri.
Terror: qual é a desse pijama ai?
Thay: gostou? - foi sarcástica e eu dei
uma risada.
Terror: não - fechei a cara - quero tu
usando mais isso não. - ela deu uma
gargalhada.
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de noio e eu alisei a
Thay: tu é muito engraçado terror,
posso ir pra casa agora que eu to afim
de dormir.
Terror: se eu te ver tu andando com
um short curto na rua que nem esse eu
te levo pra casa a força. - levantei e me
aproximei dela.
Thay: se eu quiser andar de calcinha e
sutiã na rua eu ando, quem é você pra
me impedir.
Terror: você é minha Thayná. - colei
meu corpo no corpo dela.
Thay: eu não sou de ninguém.
Terror: vou repetir, tu ta no meu nome
Tatá. - ela fez cara de nojo e eu alisei a
bochecha dela.
Thay: eu te odeio.
Revirei os olhos e dei um selinho nela.
Thay: me solta, eu nunca vou gostar
de você. - soltei ela e a mesma saiu dali
batendo a porta.