No subúrbio, em um prédio pobre, a atmosfera do apartamento minúsculo estava impregnada de raiva e desespero. A pessoa misteriosa estava no meio de uma crise de fúria desenfreada. Seu corpo tremia enquanto ela percorria o espaço limitado, jogando tudo o que encontrava em seu caminho. Pratos e copos voavam pelas paredes, quebrando-se em mil pedaços. Móveis eram derrubados, e o som da destruição ecoava pelos corredores sombrios do prédio. Os socos e chutes eram desferidos com força nas paredes descascadas, cada impacto ecoando a fúria contida em seu coração. Cada golpe era uma expressão do ódio que sentia por si mesma por ter falhado em sua missão. A adrenalina pulsava em suas veias, alimentando sua violência. Ela sabia que agora seria impossível tocar em um fio de cabelo de Jessica. A opor

