Estou no meu escritório, encarando a parede que guarda séculos da minha existência. Na verdade… da nossa existência. Há registros ali que nenhum humano suportaria compreender. Símbolos, armas antigas, fragmentos de pactos, fotografias que não deveriam existir, nomes que foram apagados da história. E, mesmo assim, eu olho como se aquilo fosse só decoração. Como se eu não estivesse prestes a perder o controle de tudo. Como se eu não estivesse prestes a começar uma guerra. O fio pulsa no meu peito, inquieto. Helena. Ela ainda está frágil… mas despertou. E isso muda tudo. Minha distração é interrompida quando a porta se abre. Sem anúncio. Sem permissão. Eles entram na minha sala. — Senhor... eles estão se organizando... Observo de longe. Sinto o medo neles como um cheiro. Como f

