Continuando... A Anciã me encara. — Se ela descobrir o que é… Ela dá um passo à frente. — Vocês não vão conseguir contê-la. E então, com a frieza de quem já viu impérios caírem, ela diz: — E talvez… nem devam. Eu engulo em seco. — O que eu faço? A Anciã se aproxima. E a voz dela sai baixa, definitiva: — Você faz o que sempre fez. Eu fecho os olhos. — Protejo meus filhos. A Anciã assente. — E se prepare… Ela segura meu queixo, me obrigando a encará-la. — Porque quando Gabriel finalmente souber … Ela pausa. E eu sinto meu sangue gelar antes mesmo dela terminar. — …ele vai querer sangue. Eu saio da sala como se o chão estivesse rachado. Não corro. Não demonstro fraqueza. Mas por dentro… eu estou desmoronando. O corredor parece mais longo do que quando entrei. As pare

