Romero ficava alguns passos atrás, seu olhar alerta nas minhas costas. Ele estava me deixando louca. As pessoas estavam nos dando olhares estranhos. — Você pode, por favor, caminhar ao meu lado? — Perguntei enquanto andávamos pela Greenwich Street, onde o restaurante estava. — Eu não quero que as pessoas pensem que você está me protegendo. — Ele provavelmente ainda estava chateado que eu o tinha feito pegar um táxi, em vez da BMW preta que gritava máfia de longe. — Eu estou protegendo você. Eu parei até que ele parou ao meu lado. A parte externa do restaurante era cercada por flores silvestres que cresciam em vasos de terracota e o interior me fez lembrar de pubs britânicos que eu sempre via nos jornais. Acho que todos os garçons eram tatuados, e as mesas estavam tão juntas que você poderi

