No anticlaro, pouco antes de o sol nascer, eu já estava ao lado da minha poção, tremendo de frio, erguendo e abaixando as pernas como se marchasse, mas sem sair do lugar para me esquentar. Não sai propriamente vestida para a neve, mas não faltava muito até que o sol nascesse. A lua ainda estava divina, dividindo a metade do céu com o brilho do sol, mas ainda sendo dona de mais de a metade. Quem disse que a escuridão some quando a luz chega? O céu desenhava o anticlaro ainda firme no céu e o Céu brilhoso lutando para vencer o escuro, brilhando num alaranjado quase dourado. Era engraçado de se ver. Eu ainda estava no dia da aula de poção, mas via o dia da aula de runa bem ali, brilhando. Era quase como voltar no tempo, mas agora era o contrário. Era avançar e poder espiar o dia seguinte.

