Muaido, Ikiiki, Tânio, Ezério e eu distanciamos um pouco dali. Adentramos a mata e, quando julgado distante o suficiente para conversarmos sem muito barulho dos centauros, paramos. — O que vocês acham de ter uma terra para chamar de sua? Para nomeá-la e chamá-la de seu reino? — indaguei. Ele ergueu as sobrancelhas e me encarou. Pela sua reação parecia que esperava a hora em que eu riria e diria que estava brincando com ele. — Eu falo sério. Ele percorreu seus olhos ao rosto de cada um de nós. — E onde seria essa terra? — ele perguntou. — Em Estarim — respondi. — Nos ajude, Ezério. Nos defenda e lute nossa luta. Quando recuperarmos o trono de cervo, te garanto que de darei três dias de sol de caminhada de uma ponta a outra de uma boa terra em Estarim para vocês chamarem de lar. Ele hes

