Encolhi meus ombros e respondi: — Agora não faço ideia. Isso é novo para mim também. — Suspirei, guardei o recipiente dentro da bolsa de Ikiiki e rodeei meu corpo, olhando para os menádios e os humanos se aproximarem morro abaixo. — Em algum momento você vai começar a se lembrar do futuro. — Lembrar do futuro? — ele me perguntou, arrogante. — Seu sangue ralo deixou você lesada? Me virei para ele erguendo as sobrancelhas. — De onde eu venho, você era mais educado comigo. — E de onde você vem? — a anã que segurava meus irmãos me perguntou. — Do Futuro! Não entendeu ainda? Seu futuro é o meu passado. — Gesticulei com os braços, mas então me perdi e balancei a cabeça. Eu não sabia explicar isso direito. — É complicado. Espera e verá. Ele se virou e segurou no braço da mulher que mantinh

