LAVÍNIA Tavão me olhava como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo. Seus olhos queimavam de desejo, mas também de cuidado. A cada investida lenta e profunda, ele observava minha reação, atento a qualquer sinal de dor. No começo, ainda havia um incômodo, uma pressão que fazia meu corpo se contrair involuntariamente. Mas, aos poucos, o desconforto foi dando lugar a algo mais intenso, mais quente. Ele segurava firme minha cintura, guiando os movimentos com uma precisão que me fazia arrepiar. O calor do corpo dele contra o meu, a respiração pesada se misturando à minha, tudo me deixava completamente entregue. Soltei um gemido baixo quando ele encaixou os lábios nos meus, abafando qualquer som. — Tá tudo bem, princesa? — ele murmurou contra minha boca, enquanto seu quadril se movia d

