Meu próprio corpo respondeu na hora. Um calor diferente, mais profundo, mais líquido, começou a se acumular no meu ventre. A respiração, que estava calma, ficou um pouco mais ofegante. Edgar percebeu. Ele sempre percebia. O beijo que ele depositou no meu ombro foi mais do que um beijo, foi uma pergunta. Seus lábios se abriram, e a língua tocou minha pele em um lampejo quente e úmido. Eu me arquei para trás, um pequeno movimento involuntário que pressionou as minha b***a contra ele. Ele gemeu baixinho, um som profundo e rouco que vibrou através do meu corpo. — De novo? — sussurrou, a voz carregada de uma surpresa maravilhada. — É você que tá começando — respondi, tentando soar despretensiosa, mas minha voz saiu um sopro rouco. Ele riu, um som suave e íntimo contra meu ombro. — Tu é qu

