Já faziam 3 meses desde que Safira saiu de sua vida, sem se despedir. Ele prometera a si mesmo que a acharia novamente, mas não tinha coragem de procurá-la. Ela era problema, ele sabia disso. Tinha um passado tenebroso que provavelmente desencadearia muitos traumas, fora as confusões em que ela se metia. Travou os maxilares, enquanto dirigia de volta para sua casa em mais uma sexta-feira à noite. Desde o dia em que pôs os olhos nela que não conseguia se interessar por outra, nem mesmo para apenas uma noite. Esmurrou o volante enquanto pensava no que faria. Safira sentia-se livre. Todos os dias se levantava com a mãe, por volta das 6 horas da manhã, preparavam o café, comiam juntas e depois abriam a floricultura, que por sinal era bem movimentada. Andava com seus vestidos floridos, os cab

