Capitulo 22

2074 Words
— Dá pra parar de rir, antes que eu deixe você em um estado igual ou pior que o meu? — ele indagou, vendo que Josh ria alto. — Apanhou mesmo de uma mulher? — aos risos. — Queria que eu fizesse o que? — Noah indagou. — Batesse nela? — Claro que não. — ele rolou os olhos. — Mas ao menos podia ter segurado a v***a e impedido esse espancamento. Alex batia na cadeirinha em que estava acomodada com força e ria olhando para Noah. — Até você está rindo de mim Alex? — ele disse contrariado. — É f**a. Alguns minutos depois Anabel chega acompanhada de uma mulher idosa. — Noah, essa é Geni, enfermeira da minha avó e vai cuidar dos seus machucados. — Anabel apresentou. A mulher começou a averiguar os hematomas. — Mas que surra que você levou meu rapaz. — a vovó dizia, perplexa. — Vamos cuidar disso. — Noah, dá uma olhadinha na Alex, enquanto você fica aí ok? — Joshua disse. — Vinte minutinhos. — piscou. — Até mais Noah! — Anabel deu tchau. — Ah Noah cuida da Alex... — Noah o imitou com vozinha fina. — i*****l, espero que também leve uma surra! — AAAA! — Alex gritou sacudindo os bracinhos, enquanto sorria. Parecia concordar com Noah. — Isso aí Alex, bate aqui! — ele pegou a mãozinhas dela e apertou. — Aii dona! — reclamou com a enfermeira. — Fique quieto, seu molenga! — a vovó respondeu. ¨¨¨¨ Enquanto isso, Bailey estava no bem bom com Lívia na casinha da árvore. Chupava os s***s da garota, que se revirava de prazer. Até que sentiu uma coisa estranha em sua barriga, uma espécie de ronco doloroso. Lívia estranhou. — O que foi isso? — Lívia indagou confusa, olhando para os lados. — Eu, eu acho que foi... — Bailey foi interrompido por um barulho nada agradável. PROOOOONFT — Minha barriga. — ele terminou com um sorriso de leve, que droga era aquela? O que estava acontecendo com ele? — p**a QUE PARIU! — Lívia disse tapando o nariz, o cheiro era péssimo. — Que nojo Bailey! Tudo isso foi um peido? — Eu creio que sim... — ele se levantou, e peidou outra vez. — p**a merda! — sentindo algo revirar na sua barriga. — Que droga tinha naqueles pasteis? — Queijo, cebola... — Lívia disse tapando o nariz, enquanto o observava se vestir as pressas. — Eu não faço ideia. — deu de ombros, o olhando horrorizada. Bailey arregalou os olhos. Cebola? — VOCÊ DISSE CEBOLA? — ela assentiu. — EU SOU ALÉRGICO A CEBOLA! — ele berrou, soltando outro peido. — DROGA! — saiu correndo. ¨¨¨¨ Joshua e Anabel se aproximavam da casinha, quando viram Bailey sair correndo de lá e passar por eles aos berros. — Ei cara! — Josh chamou, mas ele não deu bola e se mandou sem dar nenhuma explicação. — p***a! — abanou o nariz, ao sentir a catinga de fossa. — Esse cara tá podre. — Eu concordo. — Anabel disse, esfregando o nariz. — Eu acho que essa casinha de árvore não deu muita sorte até agora. — ele olhou lá pra cima. — Imagine, o que pode acontecer? — ela sorriu. — Eu não sou lutadora doente e você não está com dor de barriga, certo? — perguntou e ele negou com a cabeça, com meio sorriso. — Então vem! — ela chamou, começando a subir, ele foi atrás. Ao chegar lá os dois começam a se beijar e se amassar. Mas Joshua sentia que tinha algo errado. Quando Anabel tirou a roupa, ficando só de calcinha na sua frente, ele suspirou passando a mão nos cabelos. Ela desabotoou sua blusa e a tirou, acariciando o peitoral dele. Joshua suspirou pesadamente e a beijou. Precisava tirar Any da cabeça, mas parecia que aquilo não estava dando muito certo. Ela o arrastou até a cama, jogando-o ali. Tirou suas calças e ergueu a sobrancelha, olhando para a cueca dele. — Está tudo bem? — ela indagou, achando estranho. — Tem algum problema comigo? Joshua olhou para baixo e praguejou-se. — Não tem nada errado com você. — ele explicou inquieto. — Tenta mais um pouquinho, vai? — ele pediu. Ela assentiu com um sorrisinho safado. Após algumas tentativas, nada dava certo. — Não acredito Josh. — ela rolou os olhos. — Olha, isso nunca tinha acontecido, eu te garanto! — ele se explicava, ela o encarava, com irritação. — É sério! — choroso. Ela se levantou e se vestiu com pressa. Ele só podia estar doente, Anabel era super gostosa, e não estava provocando efeito algum nele. — Se eu soubesse que você broxaria, eu não vestiria essa lingerie caríssima hoje! — dizia com certa irritação. — Any, eu juro... — ele disse e ela arregalou os olhos. — ANY? — ela berrou. — Além de broxar, ainda me confunde com outra mulher?! Quer saber? Passar bem, Beauchamp! — recolheu suas coisas e saiu, deixando-o sozinho. — DROGA! — chutando o ar. — Valeu, Jr! — ironizou olhando pra baixo. — Você nunca tinha feito isso comigo amigão, nós íamos nos divertir tanto. — choroso. — Que droga que eu tenho? O loiro estava perplexo, nunca tinha broxado antes, sempre comia qualquer uma com facilidade, mas agora estava complicado demais. E pra piorar não conseguia parar de pensar em Any um minuto que fosse. Parecia uma praga! — p**a merda. — negou com a cabeça enquanto procurava suas roupas. Sabia que ele não estava bem. E precisava saber o motivo de ter broxado. ¨¨¨¨ Bailey se aproximou de Noah sorrindo aliviado. Tinha dado uma cagada daquelas e estava feliz com isso. — Ah cara... Nunca senti tanto alívio na minha vida. — ele sorriu avoado. — Está falando do que? — Noah indagou sem entender. — Eu andei comendo umas cebolas e... — encarou Noah e arregalou os olhos. — QUE DROGA É ESSA? — olhando os hematomas do amigo. — A tal Denise é agressiva demais, parece que é louca, acredita que ela me deu uma surra? — fez uma caretinha pela dor. — Impossível não acreditar, sua cara tá horrível. — ele zombou. — Não acredito que apanhou de mulher, Urrea. — riu. Noah rolou os olhos, inconformado com seu azar. — Mamã! — Alex disse apontando uma mulher dos cabelos cacheados que estava de costas.  Bailey e Noah se entreolharam. — Não Alex, aquela não é sua "mamã". — encarou a pequena, que o olhava curiosa, ainda apontando a mulher. — Mamã? — ela repetiu em forma de pergunta e Noah fez não com o dedo. — Onde está o Beauchamp que não aparece? — Noah rolou os olhos. — Eu quero ir embora desse lugar. — Deve estar comendo a loira de jeito... — Bailey riu. — Você conhece o Beauchamp, tendo algum buraco pra ele meter, ele está metendo até as bolas. — Cala a boca, não tá vendo que estamos em publico? — Noah riu achando graça do comentário de Bailey. Pior que era verdade, Josh era um caso sério. — E você, como foi? A tal Lívia é gostosa? — Não cheguei a t*****r com ela, cara eu tive uma reação alérgica, comecei a peidar igual um doido e tive que ir ao banheiro. — Bailey explicou, sussurrando. Noah espocou em uma gargalhada. — Você se cagou no meio do sexo? — perguntou. — Que merda... Digo isso literalmente. — gargalhou. — Não ri de mim, é melhor se cagar do que levar uma surra. — Bailey disse, com humildade. Noah rolou os olhos sem parar de achar graça. — Peidão. — Noah ria. — Cara eu vou atrás de alguma coisa pra comer, dá uma olhadinha na Alex. — levantou-se. — Vai lá, e traz alguma coisa pra mim também. — pediu. — Menos pastel, pelo amor de Odin. Noah assentiu e se afastou. — Ei bonequinha. — pegando a pequena do cadeirão que ela estava e a colocando no colo. — Você tá com soninho? — Mamã! — ainda apontando a mulher. — Aquela não é sua mamãe, coisa linda. — disse dando um beijinho na bochechinha dela. — Vamos dançar. — começou a balançar os bracinhos de Alex, fazendo a pequena dançar. — Dança Alex. — a pequena sorria. De repente Bailey sente o estômago revirar outra vez e para de sorrir. Mas de novo? — Essa não. — ele gemeu ao sentir uma bufa vazando. O cheiro era o pior de tudo. Ele fechou os olhos com força. — Caca! — Alex disse arregalando os olhinhos com o fedor. — Não Alex, não é você que tá caca não... — disse ficando vermelho. — Sou eu. — olhando desesperado ao redor, precisava ir ao banheiro. — E de onde você tirou essa palavra hein? Que legal, aprendeu a falar outra palavra. — levantando e tentando se segurar, mas não dava. Ele não podia cagar nas calças, definitivamente não. E pra piorar, Noah não aparecia. Viu um casal de idosos em uma mesa ali perto e se aproximou. — Eu preciso que vocês olhem minha sobrinha, é caso de vida ou morte, daqui a pouco eu volto! — deixando a pequena ali por perto do casal de velhinhos e correndo o mais rápido que podia. — É impressão minha, ou esse rapaz soltou um pum? — a velhinha perguntou ao velhinho, sentindo o nariz arder com o fedor. — Eu acho que ele soltou um pum. — disse o velhinho dando pouco caso. — E aproveitando o cheiro desse eu soltei um também. — Caca! — Alex disse, olhando os dois. Que fedor horrível, quem os adultos achavam que eram pra reclamar do cheirinho da sua caquinha? Aquele fedor era dez vezes pior! Argh! Olhou para o lado e viu sua "mamãe" se afastando. — Mamã! — disse apontando. A mamãe não podia lhe deixar outra vez. Estava com saudades e queria sua mamãe. — É a sua mamãe querida? — a velhinha sorriu, ao vê-la engatinhando atrás da mulher. — Que coisinha mais adorável! — dando tchauzinho. — Gertrudes? — o velhinho chamou. — Oi meu velho? — ela respondeu, se abanando com seu lenço. — Eu posso soltar outro peido? — Não. — ela disse contrariada. — Tarde demais. — o velhinho deu de ombros e logo o fedor empestou. Noah voltou a mesa e nem sinal de Bailey e Alex. Rolou os olhos, Bailey deveria ter ido trocar a fraldinha da pequena, esperava de coração que ele não demorasse. Não aguentava mais ficar naquele ambiente. Negou com a cabeça enquanto mordiscava uns canapés. Em seguida, Josh apareceu com uma cara nada boa. — Até que enfim apareceu. — Noah rolou os olhos. — Agora é só esperar o Bailey aparecer pra gente dar o fora daqui. — Onde ele está? — Joshua perguntou roubando um canapé. — Não sei, acho que foi trocar as fraldas de Alex, não faço ideia. — encarou o irmão. — Que cara é essa? — Prefiro não falar sobre isso. — disse curto e grosso. — Tá bom, não está mais aqui quem falou. — Noah disse. Alguns minutos depois, Bailey apareceu, com a mesma expressão aliviada de antes. — Ufa. — ele se sentou ao lado dos outros. — Agora sim, eu acho que acabou. — sorriu abertamente.  Joshua e Noah o olhavam. — Onde está o bebê? — Josh perguntou. — Ah, está ali! — se levantou e foi na mesa do casal de velhos. — Onde está o bebê, meus bons anciões? — perguntou olhando simpaticamente ao redor. — Ela foi atrás da mãe dela. — a velhinha apontou. — Mas... — arregalou os olhos. — Como assim? Que história é essa de mãe? Noah e Joshua se aproximaram. — Onde está a Alex? — Noah perguntou novamente. Bailey deu um sorrisinho amarelo. — Ela sumiu. — pôs a mão na cabeça. — Mas a velhota aí disse que ela foi por ali. — caminhando na direção que a velha tinha apontando. — Como assim a Alex sumiu, seu i*****l?! — Joshua berrou. — E que historia é essa de mãe? — reclamava atrás dele. — Eu não faço ideia. — Bailey disse. — Eu a deixei com o casal de velhos por que eu precisava cagar! Você queria que eu cagasse nas calças?!
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