Capítulo 58 Ferrugem

1407 Words

Ferrugem Narrando Ela fechou os olhos com força assim que comecei a entrar. A testa franzida, o corpo inteiro tensionado, e a respiração dela travou na garganta. Mariana — Ai... Anderson... — ela gemeu baixinho, o olhar molhado se encontrando com o meu. — Calma, morena... respira comigo, vai — falei encostando minha testa na dela de novo. — Não força, não prende... deixa teu corpo me sentir. Relaxa, bebê, vamo no tempo certo. Ela tentou soltar o ar, mas o rosto ainda mostrava aquela dor misturada com t***o, com nervosismo. Eu sentia a pressão da bøceta dela apertando, quente, nervosa... como se cada centímetro fosse uma luta. —Tu tá me matando, Mari... que bøceta apertada da pørra — sussurrei com a voz pesada de desejo. — Mas é tua hora, tá ouvindo? Tô aqui... só se solta. Acariciei

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