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3992 Words
O trio de amigos andavam felizes pelos corredores iluminados. Olhavam vitrines e quando se interessavam entravam e compravam o que queriam. Mas eles se separaram, e Lohan foi para a fila pedir uma porção para os amigos e para si, Dylan e Harry levaram as sacolas para a mesa que acharam. Lohan estava próximo para ser atendido, tendo apenas três pessoas à sua frente ele se sentia nervoso. — Lohan? — a voz sempre grossa e preguiçosa de Jordan fez Lohan tremer. Ele apenas olhou para o lado e viu o homem parado ali, com uma calça jeans escura, uma blusa de botões preta e um sobretudo de tecido mais leve jogado por cima do seu corpo, cabelo preso em um r**o de cavalo e a feição que não transmitia nada! — Jor-Jordan... — Lohan gaguejou, por saber exatamente o que o moreno estava falando ali. Ele achava pelo menos. — O que faz aqui? — Acho que você sabe! — Jordan acusou já sentindo seu sangue ferver. — Vai me dizer aonde ele está, ou terei que acha-lo em meio às mesas? — Eu não posso falar. — Lohan disse se mantendo o mais fiel possível ao seu amigo. — Entendo... Então, deixe-me ir até ele. — Jordan apenas virou as costas, e Lohan logo mandou mensagem para Harry. Perolado⚪ Foge, que o Jordan está aqui! Lohan se sentiu nervoso pelo amigo, ele estaria provavelmente muito ferrado na mão do seu Dom. Quando foi sua vez, pediu uma porção média de batatas com bacon, e foi em direção às mesas encontrando Dylan sozinho. — Jordan pegou o Harry? — Perguntou se sentando. — Ele viu sua mensagem antes, e foi correndo para a casa. — Dylan contou rindo do amigo. — Tomara que o Jordan tenha dó dele, você lembra da última vez que ele foi punido? — Lembro sim... — A última vez que isso tinha acontecido, Harry ficou quase uma semana sem poder sentar direito. Mandou uma foto de como estava para os amigos, e os dois ficaram com dó do perolado, já que sua b***a e suas coxas estavam roxos, de tanto que ele apanhou no dia. — Mas duvido que ele vai ter piedade..., mas, se bem que hoje tem um jantar lá na casa dos dois... talvez ele não pegue tão pesado. — Aposto cem, que ele vai colocar um plug no Harry! — Dylan falou estendendo a mão para Lohan, que sorriu e apertou a mão do ruivo. — Apostado! — Logo as batatas foram entregues na mesa dos dois garotos, que chamavam atenção por onde passavam, eles comeram tomando cerveja e rindo de algumas situações. Dylan contava a Lohan que rezava para que Lee, não descobrisse que o ruivo vinha quebrando algumas regras. Mas, caso ele descobrisse Dylan estaria bem fodido nas mãos do lutador. — Henry parece ser bem severo... — Lohan comentou. — As más línguas dizem que ele é, um dos piores... não aceita nem mesmo uma pequena desobediência ou que enfrente ele, dizem que todo submisso dele, já usou a palavra de segurança. — Isso é interessante... — Lohan divagou. — Quem era o antigo submisso dele? — Lohan questionou. — Tyler Andrews! — Lohan fechou a cara não mesmo instante. Ele odiava Andrews e tinha certeza de que ele não era um bom Sub. — E por que foi dispensado? — Lohan perguntou deixando um pequeno sorriso presunçoso em seu rosto. — Ninguém sabe... — Dylan deu de ombros, pegando mais uma batata. — Não importa, eu sou melhor que ele! — Lohan se gabou. — Com certeza! Com essa sua b***a, você encanta o loiro na primeira vez, que você ficar de quatro. Lohan começou a rir, colocou a mão na frente da boca, por estar com uma batata lá dentro. Dylan acompanhou o amigo e assim foram parando aos poucos de rir. Pagaram a conta, e Dylan foi para o apartamento do moreno, para ajudá-lo a escolher sua roupa para a noite. Lohan escolheu uma calça preta, contrastando com sua blusa branca de botões que era de cetim, deixando assim mais solta e bonita no dorso do Malik. — Você acha que Lee, vai ficar bravo, se descobrir suas desobediências? — Lohan perguntou enquanto escolhia algum tênis. — Já viu o tamanho dos braços, daquele homem? — Dylan perguntou rindo. — Se ele me pega, eu estou fudido e de com força! — Boa sorte! — Lohan falou pegando sua bolsa, que tinha algumas roupas e seus cremes e perfumes. — Henry parece ser quente! Imagina ele me punindo? Lohan tinha um sorriso s****o, no rosto. —Desafia ele... — Dylan sugeriu. — Não hoje! — Lohan falou já pegando seu carregador e celular e chamando Dylan para ir. — Eu vou para casa, que já estou arriscando minha b***a, por tempo demais! — O ruivo falou e Lohan riu. O Malik deixou o ruivo em casa, e se atentou a colocar a coleira azul. Henry tinha mandado o endereço por mensagem e Lohan estava seguindo o GPS. Lohan estava acostumado ao luxo, dirigia uma Mercedes vermelha, e morava em um condomínio luxuoso, mas ao ver o condomínio de Henry, viu que o loiro estava em outro patamar. O lugar exalava dinheiro e arrogância. Ele parou na entrada do condômino e deu seu nome ao porteiro, que logo liberou sua entrada e lhe indicou a mansão que deveria ir. Quando chegou até a mansão, o portão foi aberto e Lohan estacionou na garagem, e ao olhar a garagem viu vários carros, inclusive uma Ferrari laranja que estava completamente arranhada. Então, aquele foi o carro que James arruinou? Quando ele foi até a porta, Henry já o aguardava com uma calça jogger camuflada, uma blusa de linho branca e de manga, descalço e no pulso direito um relógio de ouro. Henry, era canhoto? — Olá, Lohan...— Henry falou com sua voz grossa e preguiçosa. — Olá, Henry... — Lohan diz, sorrindo para o mais alto que lhe dá espaço para que ele entre na casa. O hall era uma grande sala, com o conceito aberto. Um grande sofá cinza, de frente para uma grande televisão presa na parede. Uma poltrona preta e duas cadeiras redondas e confortáveis na cor branca, uma mesinha de centro grande e cinza, a lareira acesa por causa do frio, mas a frente uma longa mesa branca, e perto dali uma espécie de bar com um balcão de madeira bem feito e bem escuro. — Você entende de design de interiores. — Lohan fala se virando para Henry, que logo pega sua bolsa e a deixa na cadeira. — Ah, não! — Henry n**a rindo. — Quem fez isso, foi o decorador do meu tio. — Oh... Me mande o número dele, preciso redecorar meu apartamento! — Pode deixar! — Henry falou, pousando a mão na cintura fina e delicada, caminhando ao lado de Lohan até o bar, puxou uma banqueta para que Lohan se sentasse. — Sente—se! O moreno sorrir, cumpre a ordem dada a ele, Henry vai para trás do balcão e olha as garrafas ali, pega uma pequena taça de vinho e serve um Rose para Lohan. — Me diz um pouco sobre você...— O loiro fala pegando whisky para si. — Não tem muito...— Lohan fala tomando um gole do seu vinho. — Um garoto de vinte anos, que é estupidamente rico e se sente entediado muito rápido. — Estupidamente rico? — Henry fala rindo da fala. — Sim, tirei a sorte grande na minha vida... — Lohan olhava ao redor, mas seus olhos sempre paravam em Henry. — E sua família? — Henry perguntou com cuidado. — Não tem muito. Sou um bastardo... Minha mãe traiu seu marido e eu nasci! — Lohan falava como se não fosse nada. — Boa parte da família, me renega! Henry olhou o pequeno e queria saber mais, queria entender mais e se aprofundar naquela história, mas teria cuidado e cautela. — E você? — Lohan perguntou, sorrindo para o de olhos azuis. — Vim da família tradicional hispânica, filho único, que herdou toda a fortuna dos meus pais, quando eu tinha dezesseis. Meus pais sofreram um acidente de carro, e eu fui morar com meu tio e o seu marido...— Henry falou mordendo o lábio inferior. — Sinto muito por seus pais. — É... Mas, eu já não fico triste com a morte deles, na verdade eles eram incríveis! Sérios, Eu não consigo imaginar alguém mais divertido ou carinhoso que meu pai, mas em contrapartida minha mãe era também animada e muito elétrica, só que o temperamento dela era muito explosivo. — Henry falou, pegando mais uma dose. — Eu puxei a ela. — Então, seu temperamento é explosivo? — Lohan questionou. — Não assim bebê, estou mais para disfarçar perto de outras pessoas, e explodir quando estiver sozinho ou... com o motivo da minha raiva! — Lohan umedeceu seus lábios e olhava de forma desejosa para Henry. — A gente vai jantar? — Lohan questionou, levantando uma sobrancelha, e sentindo como a atmosfera tinha mudado de forma sutil. — Ah sim... está pronto, e eu estou faminto! — Lohan notou o sentido da frase. — Vamos? Lohan concordou e assim, seguiram direto para a mesa que tinha dois lugares postos. Henry puxou a cadeira para Lohan, foi até a cozinha e de lá trouxe um risoto de camarão, acompanhado por um chagona. Henry se sentou na ponta, e Lohan estava a sua direita. — Você quem cozinhou? — Lohan perguntou. — Não... Não me dou bem na cozinha. — Contou rindo. — Mas, na confeitaria sou incrível! Meus bolos são deliciosos! Lohan riu da frase, e assim eles iniciaram o jantar com uma música calma tocando ao fundo. — Você disse que sua família era hispânica. — Henry assente. — De onde, eles eram? — Minha mãe era cubana e meu pai equatoriano. Já eu nasci no México, mas fui criado em Londres. — Nossa! Até sua família é incrível! — E você? — Japão! Nasci e fui criado no Japão e aos treze fui morar com meu pai e desde então vivo bem melhor do que antes! Quando vim para cá, meu tio me ajudou bastante, ele e meu pai se dão muito bem. — Seu tio? — Henry se interessou ainda mais. — Sim! Se não fosse Denner e o marido dele, eu não teria outros parentes além de Eric e meu pai! — Henry quis rir do destino. Ele realmente é um filho de uma p**a. — Gabriel, tende a simpatizar com renegados... — Falou rindo e Lohan logo o olhou com estranheza. — Os conhece? — Sim! Sou o sobrinho do Gabriel, fiquei com ele e com Denner, quando meus pais faleceram. Lohan arregalou os olhos, olhou Henry mais uma vez e depois deixou uma risada irônica sair dos seus lábios. — Então, acho que temos mais coisas em comuns do que imaginávamos. — Lohan falou levando sua taça até seus lábios rosados. — Espero que não seja só isso! — Henry fala tocando a mão delicada. — Quero ter mais coisas, em comuns com você... — Teremos! — Lohan sorriu. — Me tira uma dúvida? — Lohan perguntou, pensando bem, se iria perguntar aquilo. Afinal ele não deveria saber daquilo. — Claro! — Você disse que era muito severo... E bem... seu nome no meio dos subs é até que conhecido... — Lohan umedeceu novamente os lábios e Henry se atentava aquilo. — Você realmente é tudo o que dizem? — O que eles dizem? — Henry se inclinou para perto de Lohan e o moreno se encolheu na cadeira. — Que você é um dos piores dom... não aceita nem a mínima desobediência...— Henry inclinou um pouco mais a cabeça e acabou tombando-a levemente para o lado, encarando com seriedade seu menino, que parecia estar se perdendo, mas palavras e na imensidão azul, que eram os olhos de Henry. — Já ouvi que todos os seus subs, usaram a palavra de segurança, em alguma punição sua. — Lohan acabou a fala engolindo seco. — Ah, sim! Todo submisso que eu puni, usaram a palavra de segurança. — Henry estava muito próximo a Lohan que por algum motivo se sentia acuado. A voz baixa e grossa de Henry arrepiando os poucos pelos do seu corpo. — Na verdade, eu gosto de leva-los ao limite! Massageia meu ego, ver eles implorando tanto para que eu pare, e logo depois gritarem a palavra de segurança! Lohan ficou olhando os olhos azuis, e sentia sua respiração acelerar, ele se sentia tenso na presença do loiro. — Então... você gosta de ver seu garoto sofrer? — Lohan disse baixo e tão submisso que atiçava a mente de Henry. — Na mesma medida, que gosto de vê-los gemendo e gozando tão intensamente, que chegam a ficar em subspace. — Lohan se impressionou. — O que as más línguas, não dizem é que todo submisso que já veio, para as minhas mãos alcançou o subspace, mais de uma vez! Lohan imaginou aquilo, e como desejou ter essa experiência, com seu primeiro Dom, ele alcançou duas vezes em um ano. Mas seria interessante alcançar esse estágio novamente. Henry puxou a cadeira de Lohan a fazendo ficar de costas para si, e de frente para a grande sala. Lohan sentiu os lábios de Henry encostar em sua pele, e os dedos rasparam sua pele pálida. — Eu gosto de levar, meu garoto ao limite... Eu quero te levar ao limite! Te ver destruído em minha cama, suado e com a respiração tão falha, sua voz quebrada por ter gemido tanto, quero te ver revirar esses lindos olhos e fuder essa linda boca com meu p*u, indo bem fundo! — Lohan piscou atônito e sentiu seu corpo se arrepiar por inteiro. — Eu quero te dar prazer Lohan... Lohan se sentiu quente, só com aquelas palavras. Henry não tinha o atacado, ou lhe dado toques verdadeiros, mas aquelas palavras atingiram Lohan em cheio. — Quer a sobremesa? — Henry perguntou ainda próximo ao ouvido do moreno, deixando seus lábios rasparam a pele. — É Manjar de coco com gengibre... Me acompanha? — A-adoraria... — balbuciou de um jeito trêmulo. Sentiu Henry sorrir, e logo depois a risada baixa que o loiro deixou antes de se retirar. Quando Henry se afastou, Lohan pode respirar novamente, e aguardava o loiro retornar. Aquela noite prometia e Lohan sabia disso. E estava ansioso. ⚜ Harry chegou rápido em casa, logo colocou suas sacolas dentro do closet e praticamente correu para o banho.Ele sabia que Jordan iria chegar, mas vai que ele conseguia enganar seu Dom! Não custa tentar. Ele lavou os cabelos, e fez uma hidratação de pele. Quando saiu do banheiro, estava enrolado em seu roupão e seus fios estavam unidos, já que secou com uma toalha. Andava de forma tranquila, e até mesmo se esqueceu de Jordan, mas logo sua memória voltou quando olhou no divã do seu quarto e viu seu Dom, sentado com o corpo inclinado para frente, com a feição fechada e raivosa. — Me acha burro? — Jordan perguntou se levantando e a passos firmes, indo até Harry. — C—claro que não! — Harry respondeu. — É? Tem certeza disso? — Harry concordou veementemente. — Porque me lembro bem, de ter dito a você para ficar em casa! E imagine minha surpresa, quando chego em casa e não te encontro! — Jordan já estava à frente de Harry, o perolado era mais baixo e por isso dava a visão perfeita do seu corpo para Jordan. — Me diga, perolazinha, aonde você foi? — E—eu fui sair com os meninos... — Harry disse, já sentindo seus olhinhos praticamente boiarem em meio às lágrimas que se formavam. O perolado era muito sensível e emotivo, Jordan sabia disso, mas isso não impedia que o Nara não fosse severo com ele. Jordan era até maleável, Harry estava sendo um verdadeiro pirralho, naquele mês. Saía sem avisar, respondia m*l, não mostrava respeito a Jordan e brigava com o Nara por qualquer motivo. — Eu disse a você, para não sair! — Nara falou passando o polegar e um jeito doce, na bochecha quentinha pelo banho. — Eu sei... — Harry fez um biquinho manhoso. — Mas, o Lohan queria comprar algumas coisas, e o Dylan também e eu aproveitei para ir. — Então resolveu me desobedecer! — Jordan concluiu. — Você está agindo, como um verdadeiro pirralho. — Ora, não diga uma coisa dessas... — Harry revirou os olhos para Jordan. — Na verdade, cale a boca, eu não estou agindo como um pirralho, só porque descumpriu uma regrinha sua! Jordan segurou o rosto de Harry, entre seus dedos. Apertando assim as bochechas cheinha, e formando um bico no rosto do Horan que arregalou seus olhos. — O que disse? — Harry arregalou os olhos, ao notar o que tinha feito. Ele não estava falando com Dylan ou Lohan. Era sem mestre que estava ali. — Repete, e*****o! — Harry negou com a cabeça. — Repete! — Mais uma vez o perolado negou. Jordan riu de forma fria e sem humor. Aquilo assustava o outro, que se lembra bem da última vez que ouviu esse som. Se lembra de ter ficado uma semana sem sentar direito. — Hoje teremos um jantar... — Jordan falou como se estivesse avisando. — Você tem até o fim desse jantar, para aproveitar bastante... Porque quando eles forem embora, você será punido! De um jeito, que te fará lembrar bem, o seu lugar e quem eu sou! Harry apenas concordou. — Se arrume, de um jeito respeitoso. Não esqueça que teremos outro Dom, nessa casa! — Jordan foi em direção ao banheiro, e Harry só voltou a si quando ouviu o barulho do chuveiro sendo ligado. ⚜ — Oi pai! — Harry falou abraçando seu velho pai, que abraçava o filho de um jeito carinhoso. — Oi filhote. — Vicent falou quando finalmente soltou o pequeno. — Oi Jordan! — Falou apertando a mão do genro. — Oi Vicent... — O Nara retribuiu o aperto e o sorriso. Logo Ino, Hannah, Haya e Kaio estavam dentro da casa e cumprimentavam Jordan. O Nara e a Yasher, eram amigos de longa data. Entraram juntos nesse mundo de Dominadores e assim acabaram tendo os irmãos Horans como seus submissos. Harry vestia uma calça branca e colada ao corpo, uma blusa azul e um tênis na mesma cor que a blusa, cabelos soltos alguns anéis nos dedos, além de sua aliança. O jantar seria comida chinesa, já que todos entraram nesse consenso. Mas antes eles foram para a sala, Harry ao lado de Jordan e Hannah, Vicent em uma poltrona confortável. Ino ao lado da esposa e Haya junto ao namorado. — Aceita uma bebida, Vicent? — Jordan perguntou, e seu sogro assentiu. A maioria tomava vinho tinto, exceto por Haya que bebia cerveja. As conversas eram leves e aleatórias, e o casal nada se sentia bem naquele meio. — Mas, quando terei netos? — O patriarca Horan falou. Ele sempre perguntava o mesmo, por ser louco por crianças e ter o sonho de ser avô. — Não sendo eu, a mãe da criança... também quero ser tia! — Haya falou sorrindo. — Bom...— Ino começou. — Se tudo der certo, iremos adotar uma criança! Todos pararam! Olhavam a loira e a morena ali. Encaravam as duas e procuravam respostas como não tiveram Vicent foi o primeiro a comemorar. — Eu finalmente vou ser avô! — O homem falou indo abraçar a filha e sua nora. — Eu realmente estou feliz, por vocês! — Harry falou abraçando a irmã. A conversa voltou a ser direcionada as duas, que contavam que já estavam na parte de visitas às crianças, e que se apaixonaram em um casal e gêmeos, que tinham síndrome de down. Vicent não se continha, e mostrava sempre o quanto estava feliz pelas duas. O jantar estava a mesa, e todos conversavam e riam, Jordan falava da sua empresa de segurança e Harry, se admirava sempre ao ver o marido falar com tanta paixão. — E você Harry? — Haya fala. — Como está seu mais novo livro? — Está na finalização... Só precisamos decidir a capa, já que será lançado daqui a dois meses. — Eu sempre me impressiono, como você consegue fazer um livro! Eu não consigo nem fazer, um texto! — Ino falou arrancando risadas. — Ainda mais um livro, com um amor tão intenso entre o Kenji e o Ayumi. — Eu tenho, aonde me basear! — Harry diz, olhando para Jordan que sentiu as bochechas corarem. — Ah, que lindo! — Kaio falou, encantado. — Eu realmente amo seus livros, e é injusto você não me contar se o Kenji morreu ou não! — Se eu contar, perde a graça! — Harry falou ao cunhado. — Não perde! Só vai me fazer, dormir de verdade. — Ele disse rindo. — Será um bom livro...— Harry falou piscando para o castanho que revirou os olhos. ⚜ O jantar logo foi encerrado, e já beirava a madrugada quando todos foram embora. Harry mantinha um sorriso no rosto, quando a porta se fechou foi se encontrar com o marido que já estava no quarto e tomava gin com tônica e limão. — Não é legal? A gente vai ser tio! — Harry falou. — Muito legal! — Jordan bateu a mão, em sua coxa e Harry foi até ele. Passando uma perna em cada lado do corpo do marido. Jordan apenas segurou firme o cabelo do perolado que logo deixou um gemido escapar. O Nara beijou de forma bruta e desejosa o pescoço do perolado que só sabia gemer e rebolar no colo do marido. As mãos grandes de Jordan faziam o caminho até a b***a do perolado que penas se mexia em cima dele. Ele marcava Harry, por pura possessividade, ele queria deixar claro que ele era seu! — A—amor... — Harry gemeu necessitado e ouviu a risada fria e sem emoção. — Eu vou te bater tanto, pirralho! — Jordan sentenciou, dando um forte t**a na b***a alheia, se levantando e fazendo Harry ficar de pé e com os olhinhos arregalados, olhando o marido com certo desespero. — Você acha que eu esqueci, o que disse para mim, antes deles chegarem? Harry engoliu seco. — Se não vai seguir minhas regras, se não quer ser a p***a de um sub, você me avisa que a gente dá um jeito. — Não é isso... — Então o que é? Hm? — Jordan estava impaciente. — Eu quero ser seu garoto... Me desculpa, senhor. O Nara olhou nos olhos tão especiais, e se aproximou do outro, com um carinho em sua bochecha. — Repete, o que disse para mim, mais cedo! — Jordan falou, não parando com o carinho. — N-não...— Harry negou. — Eu não quero falar... A voz baixa, e suave de Harry faziam Jordan, querer ouvir ele gemer e gritar. — Você o que? — A voz baixa, era sinal de perigo e Harry sabia disso. — Me d-desculpa..., mas não me faz repetir! — Harry pediu. — Repete! — Jordan falou, pegando Harry pelo pescoço, não o sufocava, mas mantinha um aperto firme. — Repete! Eu estou mandando! Harry não queria dizer aquelas palavras, tão desrespeitosas. Mas Jordan estava mandando e ele teria que falar. — N-não diga... uma coisa dessas... — a respiração de Harry já estava falha. — Continue! — O aperto no pescoço do perolado, se intensificou ainda mais e Harry sentiu o ar ser dificultado. — Por favor... — Choramingou. — Continua! — Eu não vou falar! — Harry falou olhando Jordan. — Okay! — O dominador falou soltando Harry e olhou o marido. — Vamos, te castigar pirralho!
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