Diego sorriu. Um sorriso rígido, pequeno e cheio de hesitação. — Irmão. A voz dele era tão marcante. Autoridade e carinho andavam juntos, tornando-o o retrato vivo do papel que desempenhava como o mais velho. Ele era um pouco mais alto do que Dante, percebi, e exercia influência óbvia no irmão. Dante sorriu de volta, igualmente cauteloso. — Diego, quanto tempo — disse ele. Ainda de mãos dadas comigo, Dante me indicou com uma carícia suave nas mãos. Apresentou-me: — Essa é a Diana. Sabrina deve ter falado dela. Os olhos do mais velho caíram em mim. Diferente do irmão mais novo, Diego tinha o azul dos olhos acinzentado no lugar de vibrante. O tom combinava com o cabelo loiro e me peguei perguntando de quem Dante herdou o cabelo escuro. Estava com medo. O julgamento dele era óbvio, mas

