Siena acordou quando a noite já tinha tomado conta da casa.
A cabeça ainda doía, mas o corpo parecia menos cansado.
Tomou um banho rápido. Queria preparar algo para comer com Vittorio.
Quando desceu, não o encontrou à primeira vista. Imaginou que estivesse no escritório e decidiu não atrapalhar. Apesar de mais descansada, ainda não se sentia cem por cento para fazer qualquer coisa. Acabou pedindo uma pizza.
Passou pelo escritório apenas para deixar um “registro” de que tinha acordado.
Vittorio estava ao telefone, gritava, a voz dura. Homens entravam e saíam. Siena parou à porta, observando em silêncio. Não queria, de forma alguma, ser a pessoa do outro lado daquela ligação.
Quando ele percebeu a presença dela, dispensou os homens com um gesto curto e desligou.
— Está melhor? — perguntou, levantando-se.
— Bem menos cansada. — respondeu com uma risadinha. — Não te achei pela casa… vim ver se você estava bem também.
— Se você está bem, eu estou ótimo. — afirmou, sorrindo.
— Pedi pizza. Não queria fazer nada… nem pedir pra ninguém fazer.
— Que delícia. Faz tempo que não como isso.
— Eu também. A gente sempre faz tudo aqui, né? — brincou.
— Pensei da gente assistir a um filme. — continuou Siena. — E dispensar todo mundo por hoje.
— Acho maravilhoso. Tudo que você tiver incluída. — disse ele. — Vou tomar um banho e liberar a casa.
Ela assentiu, dando espaço para ele terminar o que precisava.
Assim que saiu, o celular tocou.
Beatrice.
— Oi, Sia. Você nem avisou se tinha chegado bem.
— Cheguei e dormi direto. Estava exausta demais da viagem.
— Tá tá tá, mas eu liguei por outro motivo. — disse animada. — Vou pedir pro Luca me deixar fazer faculdade. Mas pensei… e se fizermos juntas? Seria mais fácil dele aceitar.
Siena negou de imediato.
— Vittorio nunca deixaria, Bea. Você sabe como eles são…
— Eu sei. — Beatrice interrompeu. — Mas você não está cansada de ser só esposa? Eu amo o Luca, mas não aguento mais ficar parada. E ainda tem gente pra fazer tudo.
Siena suspirou.
— Eu estou… mas não sei como falar isso pro Vittorio.
— Nem eu pro Luca. Mas eles vão ter que aceitar.
— Vão, né… — disse Siena, rindo baixo.
Conversaram mais um pouco, sobre o jantar da noite passada, até Siena se despedir.
Quando voltou à sala, Vittorio já tinha pegado a pizza.
— Come aqui primeiro e depois assistimos? — perguntou ele.
— Melhor.
Enquanto comiam, Siena ensaiava mentalmente o que dizer. Vittorio percebeu.
— Desembucha.
— Mas eu nem falei nada.
— Seu rosto já me disse tudo, eu te conheço muito bem piccina.
— Eu preciso urgentemente aprender a controlar minhas expressões. — riu.
— Siena, não tenta me distrair.
Ela respirou fundo.
— Eu quero fazer faculdade. A Beatrice vai começar… e eu quero ir com ela.
— Não. — ele respondeu na hora.
— Amor, eu fico muito tempo aqui, sem fazer nada. Eu preciso de algo meu.
— Você tem tudo aqui. Se for questão de dinheiro, sabe que não vai faltar.
— Eu sei. Mas não é sobre dinheiro. É sobre mim. Eu amo ser sua esposa, mas preciso fazer algo da minha vida.
Ele ficou em silêncio por um momento.
— Vou pensar. Preciso falar com o Luca. Duvido que ele tenha deixado.
— Quero que pense por mim, e pense com carinho. — disse, dando um selinho.
Ele fechou os olhos por um segundo.
— Você sabe exatamente como mexer comigo. — suspirou. — Eu vou com você conhecer o lugar. E vai ter escolta. No mínimo 3 seguranças
— Claro que vai. — ela riu.
— E você vai me pagar cada dia dessa faculdade, na cama, e muito bem pagos.
— Você é um p********o.
— Com você, sempre.
Assim que Vittorio saiu para o escritório, Siena pegou o celular.
Precisava contar. Precisava ouvir alguém que entendesse.
— Bea?
— Fala, Sia. — a voz veio baixa, como se ela também estivesse se escondendo.
— Eu falei com ele.
— E?
Siena sorriu, mas era um sorriso cansado.
— Ele resistiu. Do jeito dele. Disse que eu tenho tudo aqui, que não preciso de nada… essas coisas.
— Luca falou exatamente o mesmo. — Beatrice suspirou. — Eles acham que amor é manter a gente dentro de casa.
— Ele acabou aceitando. — Siena disse, quase em segredo.
— Aceitou?! — Bea abafou um riso. — O Vittorio?
— Com mil condições. Escolta, me levar e buscar, controle… mas aceitou.
— O Luca surtou. Disse que vamos ter que mudar tudo, casa, rotina, segurança. — fez uma pausa. — Mas ele sabe que eu iria fazer, com ou sem a permissão dele.
Siena riu.
— Queria ser mais como você, não tem medo de nada.
— Não tenho, e você não deveria ter também.
Siena ficou em silencio por um momento.
— Amanhã precisamos nos encontrar. O Vittorio quer conhecer o lugar.
— O Luca também. — Bea riu sem humor. — Dois homens armados avaliando uma faculdade.
— Que cena. — Siena riu baixo.
— Promete uma coisa? — Bea pediu.
— O quê?
— Que a gente não vai desistir. Mesmo quando eles tentarem nos fazer voltar atrás.
Siena fechou os olhos por um instante.
— Eu prometo.
— Então tá decidido. — Bea concluiu. — Agora descansa.
— Boa noite, Sia.
— Boa noite, Bea.
Siena desligou com o coração um pouco mais leve, e ao mesmo tempo, inexplicavelmente apertado.
— Vocês duas são bem espertinhas.
— Somos. — respondeu com ironia.
Ele se aproximou devagar, segurou o rosto dela entre as mãos.
— Então começa hoje o pagamento.
Siena riu. E Vittório a beijou.
O beijo veio intenso, firme. Vittório tirou o robe de Siena, com delicadeza, beijando seu ombro, depois voltando para a sua boca. Vittório a deixou somente de calcinha.
Mais uma vez, ela estava linda para ele. A calcinha de renda, da cor que ele mais amava ver a sua esposa, Branca, deixando a curva do seu corpo perfeita.
Vittório a pegou no colo e segurou suas n@degas com as mãos, e as pernas encaixaram perfeitamente ao redor dele.
Siena enterrou as mãos no cabelo de Vittório, o beijo devorada ela por completo, a lingua de Vittório passava pelo pescoço de Siena, enquanto ela gemia baixo no seu ouvido.
— Você vai pagar cada centavo dessa faculdade sentando pra mim. — disse enquanto beijava Siena com fervor.
— Eu pago com prazer.
Vittório desceu Siena do seu colo para tirar a roupa que ainda estava vestindo. Siena já estava completamente excitada, a cada noite de prazer que tinham, ela ficava mais sedenta por ele, parecia que nunca estava saciada, o corpo dela implorava para ser penetrada por ele. E Vittório conhecia muito bem sua piccina. Enquanto tirou sua roupa, os olhos de Siena passeavam pelo corpo de Vittório. Aquilo deixa ele louco.
Vittório a pegou no colo mais uma vez, mas a deitou no chão. O contraste do chão gelado, com o corpo quente de Siena, fez com que ela se arrepiasse por completo.
— Quero tentar algo novo — disse enquanto dava beijos no corpo dela.
Siena não conseguia responder, estava implorando pelo corpo dele.
— Posso tentar?
— Eu confio em tudo o que você faz. Mas agora só quero pagar minha divida.
Vittório sorriu.
E sua boca foi direto nos s3ios dela, quando a lingua encostou no seu m@milo, Siena tremeu de tes@o. Ele chupou, sugou e lambeu os s3ios dela com certa forma, mas Siena não se importava mais com o jeito bruto do marido na cama. Enquanto dava atenção necessária para os s3ios dela, a mão de Vittório desceu para a sua v@gina, e ela estava encharcada por ele. O m****o de Vittório estava tão rígido que Siena conseguia sentir.
Siena gemia baixo, como um sinal de clemencia pela demora. Vittório sabia como puni-la.
— Me fala o que você quer Siena. — disse enquanto brincava com seu c**t@ris.
Mas da boca dela só saia gemidos suplicantes.
— Me fala. — ordenou.
— Vittório... — A voz saiu como se estivesse em outra dimensão.
— Resposta errada.
— Eu... eu quero você — Implorou.
Era o que ele queria para se afundar nela, o seu m****o entrou perfeitamente. O grito de Siena foi a confirmação do prazer. Vittórrio estava num ritmo perfeito, mas sem muita pressão, queria Siena completamente relaxada para o que iria tentar, e não dolorida. Vittório se dedicou por um bom tempo naquela posição. Cada estocada profunda, Siena recebia um beijo de recompensa, quando o org@smo a atingiu, as suas unhas gravaram nas costas de Vittório, e seu corpo inteiro tremeu. Siena ficou completamente fraca, mas Vittório ainda permanecia rígido.
— Piccina, agora vamos tentar o que eu te disse.
Ela só assentiu, sem forças.
Vittório a beijou mais uma vez, e a colocou de lado, sabia que se colocasse ela de quatro, poderia não ser uma primeira experencia boa, e não queria assusta-la com isso.
— Se eu te machucar, você me pode dizer, que eu paro, sabe né?
— Sei, e não estou preocupada.
Ele a beijou de novo, amava essa confiança que ela tinha adquirido com ele.
Vittório pincelou seu m****o na v@gina de Siena, isso por si só, fez com que acendesse ela de novo. Quando seu m****o estava coberto pelo prazer ela, ele o forçou no @nus dela, até que a pontinha estivesse para dentro.
Siena gritou.
— Vittório, eu acho que não consigo, isso é demais.
— Só precisa relaxar, ficou densa demais. — disse enquanto beijava o seu pescoço.
Sua mão desceu para v@gina dela mais uma vez, ela precisava relaxar. Vittório brincou com seu c**t@ris, se mantendo imóvel até que ela se acostumasse com a pressão que ele fazia, os dedos de Vittório passavam por toda sua i********e, e quando ele colocou dois dedos dentro, foi o suficiente para toda a rigidez de Siena sumir, e foi a oportunidade dele de ir mais fundo. Vittório sabia que não poderia ser bruto, apesar de estar louco para agir com toda sua força, não podia machuca-la. As mãos de Vittório seguravam com força os cabelos dela. E ele gemia de prazer, amava realizar todas as fantasias que tinha com a mulher.
— Você me deixa louco sabia.
Os gemidos de Siena, era uma mistura perfeita entre a leve dor e o prazer que estava sentido.
— Você é minha put.a Siena. Você é toda minha. — Disse enquanto estocava mais forte.
Siena estava no ápice e procurava involuntariamente um lugar para se segurar, quando o segundo @rgasmo a atingiu. Seu corpo tremeu mais uma vez e tudo ficou mais apertado para Vittório.
Ele não conseguia segurar mais e explodiu dentro dela.
Siena caiu sobre o corpo dele, os dois suados, exaustos.
— Eu vou te dar um banho, só preciso de um minuto pra me recuperar. — disse sem folego.
Siena riu.
— Não estou com pressa, na verdade eu também preciso me recuperar dessa sua intensidade toda.
Depois de alguns minutos de aconchego e descanso.
Vittório levou Siena até o quarto deles no colo. Deu um banho sem pressa, com carinho, do jeito que ela amava.
Siena adormeceu rápido no peito dele, a noite não tinha sido calma para ela, e sempre precisava de uma boa noite de sono para se recuperar.
Vittório demorou um pouco para dormir, ficou observando a beleza da esposa, e como ela tinha deixado de ser uma menina assustada para ser uma mulher que o enfrentava quando necessário.