CAPÍTULO NOVE Lacey acordou no quarto abafado e sufocado. Antes mesmo de verificar a hora, pulou da cama e abriu as portas francesas que saíam para a sacada para um pouco de ar fresco. Com a brisa quente do oceano entrando no quarto, ela olhou para os penhascos e para a praia lá embaixo. Para sua surpresa, o canto da praia, geralmente tão quieto, estava cheio de gente. E não eram só aquelas pessoas que geralmente se aventuravam tão longe nas manhãs quentes de verão, passeando com cachorros e fazendo corrida. Estava cheio de pessoas tomando banho de mar ou de sol, fazendo piquenique. Ao que parecia, a julgar pelos restos de brasas nas fogueiras e churrasqueiras descartáveis, algumas pessoas tinham esticado desde a noite anterior. Abismada, Lacey debruçou-se sobre o parapeito para ter uma

