Seis horas da manhã, me levanto. Said dorme de barriga para cima, tranquilamente. Me troco rápido no banheiro, escovo os cabelos e faço um r**o de cavalo. Saio do quarto sem fazer barulho e me dirijo à cozinha. Sinto o cheiro de café fresquinho. Allah! Estou louca por uma xícara. Zafira está sentada à mesa com uma xícara nas mãos. Eu me sento perto dela. — E Said? — Está correndo tudo bem. Amanhã ou depois, ele já estará andando pela casa. Hoje a mãe dele virá aqui. Zafira dá um gole grande no café. —Allah! Quer deixar Said nervoso é quando ela vem e se mete na vida dele. — Ela se mete como? — Tudo tem que ser do jeito dela. Ela implica com a decoração da casa, implica com a vestimentas dos empregados, se mete na vida dele. Quando Said morava com ela, brigavam muito. —É, então

