23

577 Words
O começo do fim chegou quando Liza anunciou que estava se mudando para o Colorado para cuidar da mãe e da mãe de Corbin. Corbin pediu para ficar com Anny por um curto período e ela hesitou em dizer que sim. Quando algumas semanas se transformaram em alguns meses, Anny começou a pagar um aluguel extra e dizer que era de Corbin. Não era. Ele estava desempregado, e ela rapidamente aprendeu que seu estilo de vida era tão "despreocupado" porque ele essencialmente criticava quem quer que fosse útil. Seis meses depois, ela chegou em casa do trabalho uma noite para encontrar seus pais no sofá e um bilhete em sua cama de Corbin que dizia "Desculpe, querida." Ela soube na manhã seguinte que suas contas bancárias haviam sido drenadas. No silêncio das primeiras horas da noite, às vezes ela se arrependia de não apresentar queixa, mas estava com vergonha de contar a verdade a mais ninguém: que Liza havia efetivamente descarregado seu irmão perdedor em Anny e fugido. Anny abriu os olhos e encontrou o olhar doce e preocupado de Lorelei. - Não sei se esse é um bom argumento, Lore. Talvez a lição que eu deva aprender seja não confiar em um homem que precisa de algo de mim. Lorelei deu um tapinha no braço de Anny e depois afastou a mão. - Não é como se Reese fosse limpar sua conta bancária, querida. - Bom ponto. - Ela colocou isso na coluna de prós de Thompson. - Quero dizer, vamos lá. O último encontro que você teve foi com quem? Os lábios dela se achataram. Ela não ia responder a essa pergunta. Mas Lore sabia a resposta. - Com o cara do martini com dentes grandes. Anny riu, feliz pelo alívio. - Ele não tinha dentes grandes! - É, mas eles eram muito, muito brancos. O que, em contraste com a cor da pele, fazia parecer grandes. - Hmmmm. - Anny não pôde evitar essa reação. Nas luzes azuis do bar, Daniel era atraente e confiante. De volta ao apartamento, ele estava um pouco pegajoso. Ela pensou duas vezes, mas depois tentou superar Corbin, então seguiu em frente. - Bem, montar esse cavalo não foi benéfico. - Deveria ter sido perfeito. - Lorelei disse pensativa. - Com os dentes de cavalo e tudo. Anny riu tanto que teve que segurar o estômago. Lorelei se juntou a ela. Depois que ficaram sérias, Anny fungou e suspirou e admitiu a parte sobre a oferta de Thompson que a estava corroendo. - Não foi assim que imaginei me casar pela primeira vez. Não que ela sempre sonhasse com um vestido elaborado com damas de honra e padrinhos que a flanqueavam de ambos os lados. Ela tinha certeza de que o casamento viria como parte natural de um relacionamento duradouro. O relacionamento certo e duradouro. Certamente não faz parte de um contrato comercial. - Isso é justo. - admitiu Lorelei. - O casamento deveria ser para sempre. Os compromissos devem ser excessivamente românticos. Como a State Street na neve na época do Natal. - Disse ela sobre o noivado de seus pais. - Eu te entendo. Meu pai levou minha mãe em um balão de ar quente. - Lorelei falou e Anny sorriu. - E sua mãe tem pavor de altura. - ela já tinha ouvido a história dos pais de Lore antes. Era sempre uma história turbulenta cheia de risadas. ― Mas não deveria ser assim? Exclusivamente nós?
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD