Comunidade em vigilância.

568 Words
Enquanto eu travava minhas batalhas silenciosas entre casa,igreja, estrada e prisão, a minha comunidade continuava a todo vapor Nada tinha parado. 0 perigo seguia circulando. As decisões continuavam sendo tomadas. E a violência não tirava folga. Fulgaz estava frustrado. Daniel estava preso mas não estava morto. E isso o incomodava. O tempo todo ele tentava saber onde Daniel estava. Perguntava. Insistia. Cercava. Mas eu não falei. Não sei qual era a real intenção dele. E talvez nem quisesse saber. O silêncio, naquele momento, era p******o. fulgaz contou a cicatriz que o morte havia matado o bola a reação foi imediata cicatriz manda m***r o morte outra vez,e dessa vez ele diz não tolera erros.Cicatriz ficou furioso. A raiva atravessou os muros da prisão. Mesmo preso, ele mandava. E era obedecido. Ele colocou o Foguete na cola do Morte. Agora, o Morte não andava sozinho. la para todo lado com o Perigo. Era vigia. Era ameaça. Era recado. Nada era por acaso. ○ clima mudou. O ar ficou pesado. Os olhares mais atentos. As conversas mais baixas. E uma sensação começou a crescer dentro de mim: Eles estavam armando alguma coisa.O Morte e o Perigo ainda não tinham ido embora da comunidade. E isso só aumentava a tensão Quando ninguém vai, é porque algo está para acontecer. E mesmo longe, com meu filho atrás dos muros, eu sentia. O perigo não tinha terminado. Ele só tinha mudado de forma. E a comunidade inteira segurava a respiração.A prisão não encerrou a guerra. Ela só mudou o campo de batalha. Mesmo com Daniel atrás dos muros, a sombra continuava morando na comunidade. Nada estava resolvido. Nada estava quieto. Os passos eram mais calculados. As conversas, mais curtas. Os olhares, mais desconfiados. Era como se todos soubessem: algo estava para acontecer. Cicatriz continuava mandando de dentro da cadeia. As ordens atravessavam muros, chegavam vivas, e eram cumpridas. Fulgaz circulava inquieto. Não aceitava o desfecho que não veio. Daniel estava preso, mas continuava sendo assunto. E quando alguém insiste em um nome mesmo depois de tudo, é porque a história ainda não terminou.O Morte seguia vigiado. O Foguete na cola. 0 Perigo sempre por perto. Nada era dito claramente. Mas tudo era entendido. A comunidade sentia. Eu sentia. Mesmo distante, com meu filho longe, eu percebia que o ar estava carregado. A guerra não acabou. Ela apenas se reorganizou. E quando a violência se cala por tempo demais, ela não desistiu. Ela está escolhendo o momento. A sombra ainda morava ali. E enquanto todos fingiam normalidade, o medo caminhava solto, sem precisar de anúncio. Algo estava para acontecer eu so pedia a Deus que essa guerra entre eles não levasse mas ninguém. Eles estavam armando alguma coisa. O Morte e o Perigo ainda não tinham ido embora da comunidade. E isso só aumentava a tensão Quando ninguém vai, é porque algo está para acontecer. E mesmo longe, com meu filho atrás dos muros, eu sentia. ○ perigo não tinha terminado. Ele só tinha mudado de forma. E a comunidade estava preste a presencia mais um combate que Deus nos proteja da furia daqueles quê pensam que tem o poder,aqueles que acham que vão mudar vidas sela destinos,que possamos esta guardados debaixo da potente mão do Senhor. Deuteronômio 4:35 [35] Deus deixou que vocês vissem tudo isso para que soubessem que o Senhor é Deus; não há nenhum outro deus, a não ser ele.
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