tentaram Apagar Daniel

653 Words
A mão de Deus esta sempre agindo. A polícia pegou Daniel no bairro na calada da noite. Não houve sirene, não houve explicação. Apenas mãos duras, empurrões e o som seco dos golpes dentro da viatura. Cada soco vinha carregado de uma intenção clara: Daniel não sairia vivo dali. Ele apanhava em silêncio, o corpo já cansado de tanta violência, quando o celular começou a tocar. Uma ligação. Depois outra. E outra. Era eu (sua mãe) - Daniel, onde você está? - a minha voz vinha trêmula do outro lado da linha. Os policiais atenderam no viva-voz. Forçaram Daniel a falar. - Tô bem, mãe só resolvendo umas coisas disse ele, com a boca sangrando e a voz quase falhando, Eu não acreditei eu sentia esta acontecendo alguma coisa com o Daniel,eu não sabia que ele tinha sido levado pela polícia mas sentia como ele me chamando não sabia explicar então insistir em ligar sem da intervalos até que ele parou de atender, -Se você não aparecer agora, eu vou à delegacia repetia, firme, ligando sem parar. Aquilo mudou o clima dentro da viatura. 0 plano de m***r Daniel ali mesmo ficou arriscado demais. Alguếm podia perguntar. Alguém podia procurar. Alguém podia ver. Então escolheram algo pior. Soltaram Daniel em uma área dominada por uma facção rival. Sozinho. Espancado. Desorientado. Um lugar onde ninguém fazia perguntas antes de puxar o gatilho. - Agora é com vocês - disse um dos policiais, antes de ir embora o policial tinha uma convicção aqui eles terminar o serviço Daniel m*l conseguia ficar em pé. O corpo doía, a visão estava turva, mas ele estava consciente Ele sabia onde estava. Sabia o que aquilo significava,ao invés de se desesperar ele resolveu agir silêncio as minhas chamadas no seu telefone e ligou para um morador lá da comunidade que ele morava que não era envolvido no tráfico mas fumava ma*****a o cara atendeu ele falou onde estava, o morador ficou apreensivo de ir mas como Dani ja havia lhe ajudado em algumas situações na comunidade ele foi ao encontro de Daniel, mas enquanto ele se encaminhou para lá Daniel tinha uma questão como sair da comunidade rival,sendo que em pouco tempo ele ficou conhecido por causa do morte, ele se levantou de vagar e ficou no canto do poste corre ele não iria conseguir então como ele estava bem machucado e quem olhasse poderia dizer que era um noiado afinal quem se arriscaria ficar parado lá aquela hora da noite so alguém que e viciado e não teria problema com aquela fac***,ele ficou lá até ver a moto do morador aparece acreditem ou não estava tendo um churrasco em um bar porque teve futebol naquele dia,e os meninos do movimento estava concentrados lá perto do bar,Daniel conseguiu chamar atenção do morador antes que ele passese direto ele parou na frente de Daniel com a moto ele subiu com dificuldade e foram embora de lá, Daniel parou em casa eu estava no portão esperando, ele me disse foi armação mãe eu não roubei ninguém,eu perguntei pra ele o que tinha acontecido ele me explicou,ele andava com o morte sumia ele não escondia as coisas, mas ele e o morte estavam estranhos parecia que a ameaça estava para os dois,eu sabia que tinha mais coisa ele so não queria falar ou não podia,ele saiu de casa dizendo que prescisava ir,quando ele saiu eu orei agradecir apenas não ousaria pedir mas nada a Deus depois de tamanho livramento que o senhor tinha dado à ele,eu orei mais uma vez e fui tomar um banho ja era três e meia da manhã quando eu entrei embaixo do chuveiro eu chorei tanto que parecia que eu estava lavando a alma,terminei meu banho fui pro quarto o jorge estava dormindo os meninos também e a soso estava se mechendo muito eu peguei ela fiquei ninando ela e me perguntando quando isso vai ter fim.
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