as últimas horas.

679 Words
Daniel vinha para casa. Não corria. Não se escondia. Caminhava como quem só queria chegar. 0 dia parecia comum demais para carregar o peso que já estava decidido sobre ele. No caminho, encontrou Foguete. Não houve conversa. Foguete parou. Olhou nos olhos de Daniel por tempo demais. Um olhar diferente - pesado, silencioso, definitivo. Não era ameaça. Era constatação. Como quem já sabia algo que outro ainda não podia saber. Daniel sustentou o olhar sem entender. Achou estranho, mas seguiu. Ele não sabia que aquele silêncio dizia mais do que qualquer aviso. Para Foguete, o destino já estava traçado.As decisões tinham sido tomadas longe dali, em lugares onde Daniel não esteve e em conversas que ele nunca ouviu. Sua vida estava sendo medida em horas. Enquanto ele caminhava em direção à casa, outros calculavam rotas, tempos e po ssibilidades. Não havia espaço para erro. Tudo já tinha sido desenhado. Daniel não sabia. Mas o céu sabia. E, naquela mesma hora, algo começou me inquietar de um jeito diferente. Um aperto sem nome, uma urgência que não combinava com o fim de tarde. Eu senti vontade de orar antes mesmo de entender o porquê. Talvez fosse isso: quando a sentença é escrita na terra, Deus avisa o coração de uma mãe,Eu sabia que tinha algo errado no mundo espiritual sabe parecia que iria acontecer alguma coisa,Daniel estava pela comunidade eu não sabia onde mas sabia que alguma coisa estava sendo armado, fulgaz parecia determinado na verdade ele parecia obcecado pelo Daniel, o fulgaz sempre resolveu as coisas sem essa agonia sem esses alardes todo,Eu fui para o culto jovem com o meu coração apertado mas cultuei ao Senhor porque ele é o único digno de toda honra e glória,O culto foi uma benção veio uma pregadora de outro lugar ela me disse que Deus iria entrar no cenário que minhas orações estavam sendo ouvida e não era pra eu se escandalizar porque ele agora teria um particular com o Daniel que Deus teria uma cadeia pra ele não era para morte mas para resgate, quando eu ouvir aquilo fiquei desesperada como ele tinha quatorze anos pra ele ser preso ele teria que fazer uma coisa terrível eu pedia a Deus no meu coração não deixa meu filho tira a vida de ninguém Senhor por favor, eu não suportaria uma mãe chegando até mim dizendo seu filho tirou a vida do meu,foi com esses pensamentos e súplicas que eu fui pra casa na esquina de casa encontrei o Jorge que veio me falando o Daniel está andando com o morte de moto por ai,O bairro esta cheio de polícia achei até estranho ele nunca ligava então eu entrei em casa coloquei a minha bíblia na cozinha e fui andando pra esquina iria falar com o Daniel pra tomar cuidado vir pra casa, Eu estava caminhando quando esculto um tiro parecia perto e escutei o Márcio o vizinho grita foi o Daniel eu sair correndo sem saber o que seria ouvir outro tiro parecia do meu lado,barulho de carro freiando um grito e um barulho de alguma coisa caindo quando estava chegando na esquina eu vir o morte passando correndo e logo atrás o Daniel, porem ele corria de lado,eu sabia alguma coisa estava errado quando eu cheguei na esquina com o jorge tinha um carro de polícia e vinha chegando mas a ordem era achem eles, gritaram,O fulgaz tinha dito para os policiais que Daniel estava com o dinheiro do arrego mas não queria entregar, ali estava os policiais que pegava o arrego revoltado achando que estavam sendo enganado foi um corre corre terrível,Eu procurava Daniel não encontrei mais achei um rastro de sangue que sumiu misteriosamente,foi quando um vizinho veio até a mim dizendo olha dona Solange parece que o Daniel está baleado no fundo do quartinho no mato ele não está conseguindo correr, agora começou minha agonia como chegar até ele,os policiais procurava ele, como tira ele de lá,o vizinho foi me guiando até ele quando eu cheguei eu vir uma cena que nunca mais sairia da minha cabeça.
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