Andei sem rumo pelas ruas da cidade, sem rumo, sem direção. Minha mente girando mais do que pião da casa própria. Nem chorar eu conseguia mais. Pqtei em frente a uma farmácia, o que me resta é prevenir mais uma desgraça, entro no local aí da perdia em meus pensamentos. –Quero uma pílula do dia seguinte.– Falei no automático. A mulher me analisou dos pés a cabeça, olhando cada parte de mim e depois desviou a atenção para o celular, e depois voltou a ame analisar. –Descilpe, não posso vender isso para você.– a mulher diz após me analisar. –porque não?– Pergunto com raiva. –Desculpe garota, mas não posso, perderia o emprego se te vendesse isso.– ela me olha triste.– talvez a vida também.– ela fala baixo, quase inalditivel. Não sabia que Vicente jogaria tão baixo, mas o que eu pode

