Ele me observa pensativo, mas solta o ar pesadamente se deitando ao meu lado. — Somente porque estou me sentindo culpado pelo que aconteceu, então apenas durma. — Diz em um suspiro. Me encolho ao seu lado, mas lentamente me aproximo de seu corpo até encostar a cabeça em seu braço, o ouço suspirar e acabo sorrindo com aquilo. — O que pensa estar fazendo? — Pergunta com calma. — Se eu te tocar você vai me imobilizar novamente? — Pergunto preocupada. — Não, mas você está aqui para dormir e não me tocar. — Se inclina para me observar melhor. — Mais eu quero te tocar. — Audaciosamente corro suavemente meus dedos por seu abdômen. — Porém não deve. — Ele segura minha mão. Ergo o olhar encarando seus olhos confusos e duvidosos. Ele tem uma expressão fechada e um tanto preocupada, porém enq

