— Eu… Limpo a garganta, tentando falar com calma. — Acho que sim. Por que não? Mas, na verdade, só concordo porque preciso sair daqui urgentemente. Para me livrar desses pensamentos. Desses ombros. Da pele bronzeada brilhando ao sol. De mim mesma, que só agora estou imaginando como seria tocá-lo, inalar o perfume da sua pele, me perder nos seus braços. Preciso urgentemente de água fria. Pego um livro e vou para o meu quarto. Alguns minutos depois, já estou de maiô, com um vestido leve e transparente por cima. Nos pés, chinelos, e o meu cabelo está preso num coque alto. Quando volto, Mark já está na água, apoiando-se na borda com o cotovelo e dizendo algo para a mulher do outro lado da piscina. Ele ri, mas quando me vê, para e sorri. — Ah, você ainda teve coragem. — Sim. Assinto e en

