Mark se aproxima e para ao meu lado. A sua mão repousa sobre a superfície de madeira ao lado da minha, mas não nos tocamos. O seu olhar está voltado para a frente, para o mar, mas então ele se vira para mim e sorri. — E daí? Pergunta baixinho, quase inaudível por causa do som da água. — Isso… Fecho os olhos por um segundo. — Isso é incrível. Nunca senti nada parecido antes. Mark inclina levemente a cabeça e diz com aquela confiança que faz o meu coração palpitar descontroladamente de novo: — Era exatamente isso que eu queria. Que você se sentisse livre. Que esta viagem deixasse apenas boas lembranças. Sem dor. Sem fardo. Apenas leveza. Viro-me para ele e o encaro nos olhos. — Por que você está tão preocupado com o que eu sinto? Ele faz uma pausa e então responde – calmamente, mas si

