capítulo 86

1403 Words

Matteo O carro nem parou direito na frente do hospital e eu já tava com a Hanna nos braços, correndo pelos corredores como se o chão estivesse desabando debaixo dos meus pés. Ela gemia baixinho, a testa suada, os olhos apertados de dor. Mas ainda assim, forte. Sempre forte. — Aguenta só mais um pouco, meu amor. Já tá tudo certo. Vai dar tudo certo — murmurei contra a testa dela, tentando passar uma segurança que nem eu tinha naquele momento. Uma enfermeira correu ao nosso encontro com uma cadeira de rodas. Relutante, eu a coloquei ali. Os olhos da Hanna me buscaram, desesperados. Segurei a mão dela até a última porta possível. — Senhor, agora precisamos que o senhor aguarde aqui. Vamos fazer os primeiros exames. Em breve chamaremos o acompanhante — explicou a enfermeira. Assenti, mesm

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