— Erika! Isso tá muito errado! — murmurou o Dean, mas o corpo dele o traiu ao empurrar os quadris pra frente, forçando mais o p*u dele na minha mão. Nós dois sentíamos uma luxúria incestuosa ardente. Tirei a mão dos shorts dele e soltei a camisa. Sorri enquanto baixava os shorts dele, deixando cair no chão ao redor dos tornozelos. Mantendo o contato visual com o meu irmãozinho, baixei a cueca dele até os tornozelos. Me deparei com o p*u mais enorme que eu já tinha visto. Sem dúvida, ele tinha herdado os genes do p*u grosso do pai, pois media uns impressionantes 23 centímetros, e mais grosso que o do meu pai, se é que isso era possível. Dei um suspiro ao olhar pra ele; era tão grosso e duro. Minha mão não foi suficiente, e tive que agarrar com as duas. — Meu Deus, Dean, você é um monstro!

