Capítulo 2

1620 Words
O meu padrasto saiu e me olhou, com uma expressão de culpa no rosto enquanto deslizava o olhar pelo meu corpo de biquíni. — Hm... Erika, bem agora... bem, eu... Mesmo agora, ele não conseguia evitar olhar para os meus p****s, o que me fez sorrir. Sabia que tinha o meu padrasto na palma da mão. Fingi não ter ideia da vergonha dele, enquanto ele se desculpava. — Meu Deus! Erika... você não vai contar para ninguém? Não vai contar para a sua mãe, né? Eu... eu... sinto muito. Eu ri e balancei a cabeça. — Contar pra alguém o quê, papai? Que você tava se masturbando enquanto eu pegava sol? O rosto do meu padrasto ficou vermelho como um tomate enquanto eu o provocava. Sorri e me aproximei, estendendo a mão e tocando suavemente o peito dele, enquanto olhava nos olhos dele. — Não se preocupe, seu segredo tá seguro comigo... Não me importo se você se masturba enquanto eu pego sol... na verdade...— Sussurrei baixinho enquanto traçava o meu dedo indicador pelo peito do meu padrasto, arrastando pelo estômago dele antes de subir de novo, os meus olhos nunca deixando os dele enquanto terminava a frase com um sussurro suave: — não é a primeira vez, né? O meu padrasto ficou boquiaberto enquanto me olhava sem palavras, incapaz de acreditar que eu sabia que ele tinha me espiado esse tempo todo. Sorri enquanto as minhas mãos desciam, as minhas unhas fazendo cócegas na barriga dele enquanto me aproximava, pressionando os meus p****s 34DD contra o corpo dele. — Bem, papai, não me importo, é um elogio saber que o meu próprio padrasto tá se masturbando enquanto eu pego sol. O meu padrasto engoliu em seco, nervoso, enquanto os meus dedos desciam mais, roçando a frente das bermudas dele. — Uh, Erika, querida... eu... O meu padrasto gaguejou quando o interrompi e dei um passo pra trás, deixando ele ver bem o meu corpo m*l coberto enquanto sorria e ronronava inocentemente: — Eu não conseguiria pegar um bronze sem marcas se você não tivesse construído essa cerca de privacidade. Então, é o mínimo que posso fazer para recompensar o meu papai por ter construído, né? O meu padrasto assentiu sem dizer nada enquanto eu piscava pra ele e me virava, rebolando devagar ao sair do quarto. — Bem, vou lá fora e deitar um pouco mais. Ah... você não precisa mais se esconder. Eu adoraria dar para o meu papai uma vista melhor se ele quiser — eu acrescentei ao parar na porta e olhar por cima do ombro com timidez, me certificando de que ele me via lambendo os lábios. A minha b****a tava encharcada enquanto descia as escadas e saía, pegando a minha bebida ao chegar na cerca. Fechei a cortina que dava para a casa e me deitei na minha toalha. Olhei de novo para a janela e vi que meu pai não tava me olhando de lá; me senti decepcionada. "Acho que o assustei!", pensei. Então ouvi — Erika — do outro lado da cortina; era meu padrasto. Sorri para mim mesma, enquanto me sentava e respondia: — Sim, papai? O meu papai respondeu timidamente: — Posso me juntar a você dentro da cerca, Erika? Minha b****a tremeu de excitação enquanto fingia pensar por um segundo antes de responder feliz: — Claro, papai, entra! Meu pai chegou na minha área com um banquinho na mão e uma ereção enorme nas bermudas! Sabia exatamente o que o meu padrasto queria fazer. Ele colocou a cadeira do lado da minha toalha e eu olhei para o meu padrasto. O p*u dele se marcava visivelmente debaixo das bermudas! Corei um pouco enquanto o olhava com coqueteria e perguntava sedutoramente: — Papai, você quer pegar sol comigo ou fazer outra coisa? O meu papai engoliu em seco, nervoso, enquanto respondia: — Eu... vim te ver pegar sol um pouco mais. — Queria que ele me dissesse exatamente o que queria fazer. — Ah... você disse... que... ah... eu não precisava me esconder. Então me perguntei... se você se importaria... se eu fizesse... bem, sim ao que você pediu. — murmurou desajeitado, corando ao me olhar. Fingi surpresa enquanto simulava inocência e perguntava: — Você quer dizer se masturbar enquanto eu pego sol, papai? O meu padrasto ficou ainda mais vermelho do que já tava ao assentir, e eu ri, assentindo com a cabeça. — Bem, se a vista melhor te dá mais prazer, papai. Acho que tá tudo bem. Na verdade, seria bem excitante ver um cara se masturbando na minha frente. O meu padrasto fechou a cortina completamente. — Não queremos que os vizinhos nos vejam... Tem certeza que não se importa, Erika? — Ah, não, claro que não. — Fiquei ali deitada, olhando pro meu padrasto através dos meus óculos de sol escuros; ele não via que eu tava olhando direto para o p*u dele. Ele ficou ali parado por um minuto ou mais. Dava para ver que tava nervoso, sem saber o que fazer. — Bem, você não vai tirar para fora e começar a bater, ou tá com muita vergonha? — Não... Bem, sim... mais ou menos. — Sei o que te ajudaria. Aposto que você se sentiria melhor se eu tirasse a parte de cima. — brinquei enquanto levava a mão para a nuca e desamarrava as cordas que prendiam. Separei devagar e deixei os meus p****s se soltarem enquanto o meu padrasto me observava de boca aberta, atônito ao ver as minhas t***s grandes e suculentas balançando. Joguei para o lado e me deitei, dando para o meu padrasto uma vista fantástica dos meus p****s. Os olhos do meu papai saltaram ao ver os meus p****s expostos; a vista pareceu excitá-lo enquanto o p*u dele endurecia debaixo das bermudas! Tenho auréolas grandes e escuras e m*****s grandes que ficam bem durinhos quando tô excitada, e agora eles tavam duros como pedra! O sol aquecia os meus p****s nus enquanto eu me espreguiçava preguiçosamente. O meu papai ficou ali parado uma eternidade, olhando pra eles, completamente hipnotizado pelos meus p****s enormes. Sorri enquanto olhava através dos óculos de sol o volume enorme nas bermudas dele. — Acho, papai, que você gosta do que vê. O meu papai assentiu bobamente enquanto olhava pros meus p****s. — Hm... sim, Erika. Não tinha percebido o quão bonitos eles são de perto. São perfeitos! Eu ri e corei um pouco quando ele me elogiou. Me alongando como uma gata, arqueei as costas e levantei o peito enquanto dizia: — São copo 34DD suculentos e bonitos. Caso você queira saber. Agora, você vai tirar as bermudas e botar o p*u para fora ou o quê? Sei que isso surpreendeu o meu padrasto, ouvir a enteada dele dizendo para botar o p*u para fora. Meu pai olhou ao redor nervoso enquanto desabotoava as bermudas e baixava o zíper. Depois parou um segundo, respirou fundo enquanto enfiava os polegares dentro e baixava até os tornozelos, deixando cair no chão. O pedaço enorme de carne dura que saiu me assustou. Era enorme! Nunca tinha visto um p*u tão longo e grosso! Fiquei boquiaberta olhando pra ele. Meu Deus! Papai, que grande essa coisa! Parece ENORME! — sussurrei enquanto me sentava e olhava boquiaberta. De repente, a tensão s****l entre a gente mudou, porque era eu que tava nervosa enquanto mordia o lábio olhando pra ele. O meu padrasto pareceu notar a mudança e respondeu com um sorriso malicioso: — Bem, Erika, mede nove polegadas e é quase tão grosso quanto uma lata de Red Bull. — N-nove polegadas!?— repeti enquanto olhava fixo. Nem conseguia imaginar quanto sêmen devia jorrar daquela rola enorme do meu padrasto. Desejei que a quantidade de p***a fosse proporcional ao tamanho. Também não me importava que fosse meu padrasto; era o p*u mais enorme que eu já tinha visto na vida, e só queria ver o que aconteceria quando ele gozasse. Meu padrasto sentou no banquinho com as pernas abertas, me oferecendo uma vista magnífica do p*u dele. Colocou o assento bem aos pés da toalha, então tava a só uns metros de distância. Dava pra ver tudo claramente enquanto ele pegava o m****o carnudo e começava a acariciar; via o pré-g**o brilhando à luz do sol. Me peguei lambendo os lábios enquanto pensava no gosto que o meu padrasto devia ter. Devia tá com uma cara cheia de t***o quando o meu padrasto riu baixinho e me fez a mesma pergunta que eu tinha feito lá em cima: — Gosta do que vê, Erika? Corei, mas assenti, olhando fixo pro p*u dele enquanto murmurava: — É incrível, papai! Não acredito no tamanho da sua rola. Nunca vi uma tão grande! — a minha b****a se molhava enquanto via meu pai acariciar o p*u e devorar os meus p****s com os olhos. Era excitante ficar de topless e deixar o meu padrasto me f***r com o olhar enquanto batia punheta na rola enorme na minha frente! O meu padrasto subia e descia o punho pela rola enorme cada vez mais rápido enquanto os olhos dele grudavam no meu corpo. Ele passeava o olhar pelos meus p****s e depois descia até a minha virilha m*l coberta. Dava pra ver que ele adorava que eu pegasse sol só com meu biquíni de fio dental minúsculo! Sabia que ele tava me despindo mentalmente. Sabia que o biquíni de fio dental m*l cobria a minha b****a, então abri as pernas só o suficiente pra meu pai ver. Sabia que ele tinha visto quando a punheta dele acelerou. — Caramba, Erika! Que delícia essas t***s! Você tem um corpo incrível!— gemeu meu pai enquanto passava a mão rápido pela rola.
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