Decidi não contar nada para nenhum deles, nem para o pai. Afinal, eu sei que é natural e normal que adolescentes se masturbem vendo fotos e vídeos. Não senti necessidade de envergonhá-los. Achei até fofo e engraçado, porque nunca tinha visto um homem se masturbando. Eu ria sozinha, imaginando o que eles pensariam se soubessem que a mãe deles. Ou, como me chamavam, “a MILF”, tinha pegado os dois no flagra e ficado observando escondida. Com o tempo, descobri o “horário de prazer” deles e, aos poucos, fui me deixando levar pela vontade de espioná-los. Às vezes a porta estava aberta; outras vezes, eu a abria bem devagar, sem fazer barulho, para observar. Acho que, como só eu criava os dois e eu trabalhava principalmente no escritório lá embaixo, os meninos nunca viram necessidade de fechar b

