Eu não gostava das borboletas no estômago, eu não gostava do que ele me proporcionava, eu não gostava de me ver sorrindo sem motivo nenhum. Eu não queria aceitar que o que sentia não era pelo laço de companheiros, era por ele. Eu não queria sentir. A mulher se chamava Elena, era o primeiro filho que ela teria e depois de muito insistir, tive que aceitar me tornar madrinha, o nome da criança seria Lua, uma homenagem ao significado do meu nome, também combinaria pelo fato dela ser uma loba, mas não entremos em detalhes. Erick me deu um sermão enorme, enfatizando que eu nunca mais sairia de casa sem ele, ou até que fosse transformada, ele deu um sorriso malicioso, eu sabia o que teríamos que fazer para que tal coisa acontecesse, por isso fiquei vermelha. A curandeira, Miranda, deu um sorris

