?Jack:
Olho para minha mulher, como se ela fosse a comida mais gostosa que meus olhos já tiveram o imenso prazer de ver. Toda entregue a mim, na cama que já a fodi inúmeras vezes. Ellie me olha com os olhinhos brilhantes, em expectativa.
—Preparada?—Pergunto olhando para ela, enquanto começo a retirar a minha camisa. Depois meus sapatos, calça, ficando somente com uma cueca. Ela passa os olhos pelos meu corpo inteiro, e não passa despercebido a passada de língua nos lábios.—Hoje eu vou acabar com você nessa cama, sua delícia.
Ela arqueja.
Responde tão bem a minha voz e aos meus toques.
—Primeiro, deixarei você nua.—Digo, indo para mais perto dela.
Com calma, sem muita pressa, retiro todas as peças que ela usa, a deixando despedida. A pele branquinha, agora sem nenhum das tão famosas marcas que eu costumava deixar nas nossas noites quentes. Ficamos uns bons dias de castigo, e eu já estava começando a ficar maluco. Nossa ligação durante o sexo é surreal. Ela sente, e eu sinto mais ainda.
—Tão bonita. —Passo a ponta dos dedos pelo corpo, vendo os arrepios a tomarem. A pele macia, bem hidratada.
—Estou mais magra.—Lamenta.
—Linda.—Abaixo meu corpo, deixando um beijo no ossinho bonito do seu quadril.
Vou descendo uma trilha de beijos pelo quadril, até chegar entre suas pernas. Há pelos pubianos loiros, ralos e quase imperceptíveis. Uma gracinha. Passando o meu nariz, sinto o cheiro bom que vem dali.
—Sempre cheirosa.—Digo e dou um beijo. A ansiedade já correndo por minhas veias, já quero abrir as nelas pernas e chupar o meu doce predileto.
—Jack...—Tenta se cobrir, usando as mãos.
—Não se atreva . —Tiro suas mãos.—É meu, e eu tenho o direito de olhar.
Antes que ela possa tentar fazer mais alguma coisa para se esconder, seguro nas duas pernas, as abrindo. Ela fica completamente exposta. Deliciosa. Rosinha, pequena. Em breve estará vermelha e inchada, graças à surra de p*u que irá tomar, por deixar a nós de castigo.
A imobilizado, abaixo meu rosto dando a primeira lambida. Fecho os olhos e suspiro, junto com ela.
—Senti tanta saudades, minha bonequinha.
Sem perder mais tempo, começo a lamber de uma forma lenta, a deixando molhada e pronta para que eu vá com mais intensidade. Uso todo meu rosto, sem me importar em me sujar com os sucos do seu prazer. De olhos fechados, sinto o gosto delicioso que ela tem.
Minha bonequinha segura meus cabelos com força, forçando meu rosto ainda mais contra a carne suculenta e agora molhada dela.
Obedeço ao seu comando silencioso e a chupo com intensidade. Afundo minha língua na sua entrada, simulando uma penetração, sentindo quando os líquidos excitantes começam a vim na minha boca. Ao mesmo tempo, esfrego seu monte de nervos com o polegar, amando ouvir os gemidos que ela solta. Impulsionando o corpo pra cima, ela treme quando inverto as carícias. Dentro dela, dois dedos que entram e saem com velocidade, enquanto minha língua serpenteia o c******s inchado e necessitado.
Continuo investindo forte com dois dos meus dedos, me deliciando com gemidos que saem da boca dela. Minha bonequinha está louca de t***o, sedenta por mais. Ela quer meu p*u no lugar dos meus dedos, e eu quero desesperadamente também.
Fico mais alguns bons minutos, a chupando, passando a língua e usando os dentes de uma forma gentil.
—Jack...—Chama meu nome, quando começa a tremer, gozando nos meus dedos e na minha boca.
Continuo a lambendo, sentindo os tremores que não param.
—Sensível...—Ela diz de olhos fechados, deitada na cama.
Olhando de perto, vejo como ela está vermelhinha. Um moranguinho.
—Abra os olhos.—Mando. Ela demora alguns segundos, e abre os olhos.—Agora você vai chupar meu p*u bem gostoso. Até as bolas.
Fico de pé ao lado da cama, e ela fica parcialmente deitada. Como uma ninfeta safada, sorri começando a retirar a minha cueca. Meu p*u salta para fora, duro como pedra. Passando a língua nos lábios, o segura com suavidade.
Meu p*u pulsa, morrendo de saudades desse toque.
—Não enrole, coloque a boca.—Seguro nos cabelos longos e loiros. Os seguro num r**o de cavalo improvisado, trazendo seu rosto para mais perto de mim.
Enquanto me olha, abre a boca e chupa minha glande rosada. Quando ela salta, causa um estalo.
Seguro seus cabelos com mais força, a incentivando a por mais na boca, e ela faz. Obedece como uma boa garota. Abriga mais da metade do meu p*u entre os lábios. Ainda me olhando, ela começa a me chupar, me segurando pela base. A língua rodeando minha glande sempre que consegue.
—Que delícia.—Jogo a cabeça para trás, sentindo um t***o absurdo.
Minha mulher da tudo de si no boquete. Me levando até o fundo da garganta. Alucinado pelo prazer, começo a mover o meu quadril, fodendo a boca dela. Os olhinhos cheios de lágrimas me observam, as bochechas vermelhas e a sobrancelha franzida. Mordo o lábio com a visão excitante, e começo a ir mais rápido. Ela se engasga algumas vezes, babando todo o meu p*u.
—Vou gozar bem gostoso no fundo da sua garganta.—Puxo seu cabelo com mais força.
Quando sinto que estou prestes a gozar, deixo meu p*u parado todo dentro da sua garganta, despejando os jatos de esperma potentes.
Respiro com dificuldades, ainda com o p*u todo dentro da boca dela. Os lábios rosa em formato de "O". Retiro aos poucos, vendo um rastro branco de formar no canto da boca dela. Acabo sorrindo quando vejo. E para a minha surpresa, ela passa o dedo e coloca na boca, sorrindo como uma ninfeta.
—Fica de quatro.—Mando, a empurrando na cama pelos cabelos.—Estarei dentro de você em instantes.
Obedecendo, ergue a b***a, me dando uma visão do paraíso. Sem resistir, dou o primeiro tapa. Ela retesa e geme. É possível ver a marca da minha mão na pele branca. Passo a língua no lugar, dando uma leve mordida por cima da marca.
—Queria tanto te f***r sem a droga da camisinha.—Resmungo, enquanto massageio meu p*u já duro novamente.
Quero tentar jogar minha semente dentro dela e assim gerar o meu filho. Deixar a minha mulher grávida, é a minha mais nova meta.
—Você deixa, bonequinha?—Brinco com meu p*u na sua entrada lisa e molhada. Fico simulando uma penetração, colocando só a grande e retirando. Ela geme e empurra contra mim, pedindo de uma forma silenciosa, que eu vá rápido.—Não ouvi sua resposta?
—Me fode rápido Jack.—Ela pede, empurrando o quadril novamente.
Sorrindo de lado, empurro com força. Me enfiando completamente dentro dela.
—Gostoso.
Uso uma das mãos, para abaixar ainda mais o tronco, deixando a b***a completamente empinada para mim.
Com força, estoco nela. Minhas bolas batem contra seu corpo, minha pélvis machuca a b***a durinha e gostosa que ela tem. Vou com força, sentindo ela por inteiro, sem a droga da camisinha. Nosso contato é ainda mais íntimo, pele com pele. Gostoso. Delicioso.
É selvagem, bruto.
Destribuo tapas pela b***a, vendo como a tonalidade vai se transformando. O que antes era branca, agora está quase beirando o roxo. Sei que ela terá dificuldades de se sentar mais tarde, mas quem se importa agora?
Animalesco, mudo um pouco a posição. De modo que meu p*u entre até a base, ficando só minhas bolas para fora. Um dos pés, coloco contra a cabeça dela, a pressionando ainda mais contra o colchão. E não paro de fodê-la.
—Jack!—Ela grita quando eu começo a ir com mais força, impiedoso. Respiro com bastante dificuldade, o suor escorre pelo meu corpo.
—Gostosa.—Desfiro mais um tapa contra a b***a dela.
Quero enchê-la com minha p***a, quero sentir o aperto gostoso e familiar, enquanto ela estiver gozando alucinada. Mas para isso, quero olhar todas as expressões do rosto meigo dela.
Retiro meu pé de sua cabeça, assim como o meu p*u.
Me deito na cama e a chamo. Um pouco trêmula, ela se senta sobre mim. Segura meu p*u, posicionando na sua entrada, e sentando sobre ele, de uma forma lenta. Nós dois gememos juntos.
Seguro seu pescoço, e a incentivo à começar a sentar. Minha bonequinha senta com maestria, rebolando, engolindo todo o p*u que é só dela. Os s***s bonitos e empinados, balançam a medida que ela vai com mais força.
Empurrando sua cabeça para trás, capturo um dos m*****s. Chupo, sentindo o leite encher a minha boca.
—Isso amor...—Ela choraminga, segurando meus cabelos.
Em meio a gemidos, suor, suspiros e respirações ofegantes, gozamos.
Despejo os jatos potentes dentro dela.
Que você fique grávida hoje, minha bonequinha.
Ela, enquanto treme e goza, finca as unhas nos meus ombros, gritando de puro êxtase.
E mesmo depois de alguns segundos depois do pico do prazer, meu p*u da leve espasmos, ainda todo dentro dela. As pernas dela estão tremendo, sinto o líquido molhar na nossa união pegajosa.
—Eu te amo.—Ela diz, beijando meu rosto suado. Passa as unhas pelo meu pescoço, subindo para os meus cabelos.—Te amo, meu amor.
—Eu te amo.—Declaro, sentindo um bolo descer pela minha garganta. Ela me olha sem acreditar no que ouviu. Um sorriso rapidamente brota no seu rosto bonito e vermelho.
—Meu Jack.—Beija todo o meu rosto, enquanto sorri.
Minha bonequinha. Não há escapatória para você agora.
Em breve estará com meu filho na barriga, meu herdeiro. Será minha mulher, perante aos homens e a Deus.