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1685 Words
?Jackson: Foi difícil me concentrar nas horas depois que eu vi minha bonequinha. As 9 e 58 da noite, já estou próximo da casa, esperando o momento que terei as pernas abertas dela pra mim. Esfrego uma mão na outra, quando as árvores balançam, causando um vento frio. O sorriso surge na minha boca quando vejo a cortina se afastando e ela abre um pouco a janela. Olhando pra fora, se certifica que eu esteja a sua espera. Dou as caras e ela dá um sorrisinho pra mim. -Vem bonequinha. -Paro debaixo da sacada. -Como eu vou descer?-Pergunta baixinho. -Pula, eu te pego. -É muito alto.-Ela n**a com a cabeça.-Eu vou cair encima de você. -Não parece r**m pra mim.-A malícia na minha fala.-Se pendura na sacada, eu te pego. Não vou deixar você cair. -E como eu vou subir de volta?-Parece perguntar a si mesmo.-Isso não vai dá certo. -Pode confiar em mim bonequinha. Respirando fundo, ela começa a fazer o que eu mando. Se pendurando na sacada, ela quase grita quando eu demoro pra parar embaixo do seu corpo. Estendo meus braços e a inventivo a pular. -Pode vim.-Ela solta as mãos e eu seguro seu corpo , não deixando que se choque no chão. Ela é bem levinha.-Te peguei. Mantenho seu corpo perto do meu, sentindo o cheiro dos seus cabelos. Aperto sua cintura fina e colo nossas bocas. Ela corresponde imediatamente, colocando os braços ao redor do meu pescoço. Desço uma das minhas mãos e aperto sua b***a, em resposta recebo um gemido manhoso. Nosso beijo é cheio de língua, com pegada. -Jack...-Geme no meu ouvido quando eu deixo um chupão no seu pescoço.-Não faz isso. -Ficou lindo.-Aprecio a marca de tamanho médio, vermelha, e que provavelmente ficará roxo depois.-Vamos pra dentro, está frio. Rapidamente centrados dentro da minha casa. Fecho a porta, trancando com chave. Exigi que Ronan não aparecesse aqui hoje, ou ele ficaria sem o p*u. Ele sabe que eu não brinco em serviço. -Você quer comer ou beber alguma coisa?-Retiro a minha jaqueta. Minha bonequinha parece perdida, parada no meio da sala. Ela olha tudo ao redor, enquanto abraça o próprio corpo. Ela é tão linda. As pernas estão um pouco de fora, a camisola não cobre quase nada. Os s***s pequenos, com os biquinhos apontados devido ao frio. Cabelos bem loiros, ela parece um anjo. Ela vestindo tão pouca roupa me deixa e******o pra c*****o. -Não, obrigada.-A voz dela é doce.-Sua casa é bem grande né? Você mora aqui sozinho? -Com o Ronan, meu amigo. Ela fica vermelha quando fico bem perto do seu corpo. Tão minúscula. -Quer conhecer meu quarto bonequinha?- Toco seu cabelo, sentindo a maciez dos fios.-Hum? -Eu..estou confortável aqui.-Diz tremendo, gaguejando. -Poderia estar ainda mais na minha cama.-Toco sua cinturinha fina.-Não tenha medo, não vou fazer nada que você não queria bonequinha. Ela só concorda com a cabeça e eu a guio até o meu quarto, que fica no segundo andar da casa, na última porta do corredor. Abro a porta e dou espaço pra que ela entre. Como fez na sala, avalia todo o cômodo, parecendo igualmente surpresa. -Gostou?-Abraço seu corpo por trás. -Seu quarto é bonito.-Encosta a cabeça no meu peito. Sua b***a está sendo pressionada pelo meu p*u duro.-E é enorme. Os dois quartos da minha casa em Otawa caberiam aqui sem nenhuma dificuldade. -Você é canadense?-Pergunto, como se eu não soubesse tudo sobre ela. -Sim. Meu pai é estadunidense.-Eu já sabia disso, mas não vem ao caso.-É a segunda vez que eu venho aqui. -Não gosta de Oklahoma? -Não gosto de uma pessoa que mora justamente na casa onde eu fico hospedada.-Solta um risinho.-Ela me odeia, um ódio gratuito. -Mollie sente inveja de você bonequinha. -Duvido muito.-Toca minha mão, que está na frente do seu abdômen. -Ela foi tudo que eu nunca fui. Consegue se comunicar com tanta facilidade, já eu, pareço uma criança as vezes. Não consigo fazer muita coisa sozinha. -Tem uma coisa que ela quer muito, a muito tempo e não conseguiu ter. -Viro seu corpo e toco sua pele de porcelana. As bochechas estão vermelhas como sempre.-E você, em tão pouco tempo já conseguiu. -O-o quê?-Ofega quando eu forço meu polegar nos seus lábios rosinhas. -Terá tempo de descobrir.-Colo nossos lábios e engulo seu ofego com a minha boca. Minha bonequinha já consegue acompanhar o ritmo do meu beijo, bruto e cheio de volúpia. Nos afastamos quando o ar se falta entre nós. Ela respira com dificuldades, segurando nos meus bíceps. Dou um sorriso de lado e beijo sua testa.-Você é adorável. -Isso é bom? -Só com esse olhar inocente que você lança pra mim, já me deixa querendo tirar toda a sua roupa e ajudar a minha língua na sua b****a molhada.-Aperto a b***a da minha bonequinha por cima da camisola rosinha.-Diz que você quer a minha língua te devorando. Ela nada diz. Só geme quando aperto sua b***a novamente. -Vou entender esse gemido como um sim.-Com velocidade, jogo seu corpo no cama macia e de molas. Ela solta um gritinho de surpresa, caindo na cama de pernas abertas. Consigo ver claramente sua calcinha preta.-Imaginei ter você por todos esses dias bonequinha. A única diferença era que você estava completamente nua. Retiro a jaqueta que estava usando e depois a camiseta. Deixo meu tronco despido, e sou observado com curiosidade por ela. Minhas tatuagens estão a mostra e ela parece gostar. Como um prendedor, avanço sobre ela. Pairo meu corpo sobre o dela, beijando seu b***o. Abaixo as alças da camisola, liberando seus s***s. Como eu imaginava: não são grandes, nem minúsculos. São médios, branquinhos com os m*****s rosas, e cabem perfeitamente na minha boca e mãos. Segurando um com a mão, levo o outro na boca. Chupo o mamilo saliente e ela geme. Parece ser sensível nessa parte do corpo. Levo o mamilo mais uma vez na boca e chupo. No meu peito sinto uma sensação inexplicável, como se aqui fosse o meu lugar. É com ela que eu vou ter um lar, um lugar pra me abrigar e me acalmar. Eu sei, que não vou deixar que ela vá pra longe. Ela é minha. Passo tempo de mais chupando seus p****s, me deliciando com a sensação. Quando os solto, vejo que estão vermelhos, devido a sucção da minha boca. Vou abaixando o tecido, liberando sua barriga plana, a barra da sua calcinha, e por último suas pernas. Jogo a camisola no chão do quarto e abro as pernas da minha bonequinha. Ela tenta fechar, mas bato na sua coxa e ela desiste. -Como seu cheiro é bom.-Passo o nariz por cima da calcinha. Sem paciência, a deixo completamente nua. Por uns segundos, aprecio a imagem. Toda rosinha, como eu imaginei. A b****a da minha branquinha é perfeita, como a de uma atriz pornô. Ela não tem defeito nenhum, é perfeita. Mesmo tímida, ela deixa que eu a olhe por completo. Colocando a cabeça entre suas pernas, faço força nas suas duas coxas, as deixando bem abertas. Primeiro, passo a ponta dos dedos no seu monte de nervos. Ela tem um pequeno espasmo quando eu pressiono o lugar. Colocando a língua pra fora, dou uma lambida de cima pra baixo. Ela geme manhosa, e eu continuo com as lambidas, um tempo depois começando a chupar. Chupo com suavidade. É uma área sensível e pode machucar. Com a ponta da língua estimulo sua entrada e subo para acariciar seu c******s. Como uma gatinha manhosa, se mexe a medida que as chupadas se intensificam. Fecho os olhos e chupo como se fosse a melhor coisa que eu já tinha provado. Ela é gostosa, em todos os sentidos. Os gemidos ainda contidos que saem dos seus lábios são como um combustível pra mim. Faço ela sentir prazer, ver como é bom. Mais alguns minutos, aumentando e diminuindo o ritmo pra prolongar ainda mais o orgasmo dela, minha bonequinha goza na minha boca, soltando gemidos mais altos. Suas duas mãos estão nos meus cabelos, ela se esfrega em mim, fazendo com que seu cheiro fique por todo o meu rosto. Antes de me afastar, a limpo inteira, prendendo seu c******s entre os lábios e soltando. Subo com beijos e lambidas até a boca dela. A beijo com força, fazendo ela sentir seu próprio gosto. Meu rosto está com alguns resquícios do seu prazer, mas eu não me importo. Quando terminamos o beijo, observo seu rosto ainda mais vermelho. -Você gostou bonequinha ?-Tiro os fios de cabelos que estavam na sua testa. -Sim.-Balança a cabeça em sinal de positivo. -Agora que eu provei seu gosto, vou querer sentir todos os dias bonequinha. -Toco seu mamilo sensível.-Quando eu enfiar meu p*u na sua bocetinha molhada e virgem, você será minha mulher. Somente minha bonequinha. Não vou permitir que nenhum filho da p**a olhe pra você com desejo. -Como-como você sabe? -Você é ingênua bonequinha. Sei que fui o primeiro a chupar o paraíso que você tem entre as pernas.-Coloco a minha mão lá e sinto ela tremer.-É um caminho sem volta bonequinha. -O que isso significa?-Se deita de lado e olha nos meus olhos. -Que você é minha.-Puxo sua cabeça e a beijo novamente. Como uma boa menina, me corresponde imediatamente.-Todinha minha bonequinha. Ela arfa quando a viro e deixo seu corpo por cima do meu. É uma baita visão. Com as mãos, ela se apoia no meu peito, ficando toda empinada no meu colo. -Se você não fosse virgem eu te comia agora mesmo.-Prendo seu mamilo com meu dente. Sei que causa uma dor leve, mas a alivio com a língua.-Quando você estiver preparada, vou te f***r bonequinha. Te fazer mulher. Minha mulher. Ela dá um sorrisinho de lado e toma a inciativa e me beija. Ela ficou umas duas horas comigo. A levo de volta até a casa dos tios e ajudo ela subir de volta na sacada. Foi engraçado, pra não dizer cômico. Minha bonequinha ficou com medo, ria de nervoso com medo de alguém vê-la entrar. Ela se despediu de mim com um aceno e um sorriso. Quando eu ia me imaginar fazendo isso?
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