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2026 Words
?Ellie: Sexta-feira, 15:02 PM: Bom, nesses dois dias, não fugi de casa durante a noite. Só o encontrei por acaso enquanto passeava com Giulia. Ele sorriu pra mim, me olhou daquela maneira e me observou sair. Não falou nenhuma palavra, também não era necessário. Por falar em Giulia, voltamos a nos encontrar mais três vezes. Ela ficou de me levar até o clube do livro. As vezes que eu saí de casa, foi na companhia dela. Ela tem um carro. Vermelho sangue e bem bonito. Uma Porsh. Não sei como ele conseguiu meu número, mas me mandou umas mensagens bem indecentes. Eu respondia é óbvio. Parecia que eu estava com mais coragem que pessoalmente. No momento, estou falando com minha mãe, que prepara uma torta salgada, com frango e queijo. A minha comida preferida. E é tão deliciosa a que ela faz, que me dá até vontade de voltar pra casa. —Mãe, parece até que eu estou sentindo o cheiro da torta.—Minha boca saliva.—Poderia mandar um pedacinho pra mim. —Em Oklahoma deve vender torta salgada Ellie.—Ela diz rindo e mexendo no frango, que já estava desfiado.—E devem ser até melhores que as minhas. —Isso é impossível mãe. A da senhora é a melhor de todo o universo.—Nunca comi uma que chegasse aos pés. —Assim eu fico me sentindo uma super chefe. —A senhora é. O papai era magrinho antes de te conhecer, e agora está até mais gordinho.—Brinco e ela cai na gargalhada. —Estou ouvindo mocinha.—Ele surge na tela, com uma falsa carranca.—Estou na mais perfeita forma. Bem definido, todo sarado. —Está mesmo papai.—Meu pai é bem charmoso, e nem aparentes a idade que tem. —E como está sendo a sua estadia? Está gostando? Ou está tendo algum problema com adaptação? —Estou bem papai.—Tirando o fato de Mollie se achar no direito de me dá dicas de moda, me incentivando a usar as mesmas roupas que ela, que na minha opinião são ridículas.—Conheci uma menina aqui, ela está sendo uma "amiga ". Já até saímos juntas, pra andar pelo condomínio. —Que ótimo filha. Eu fico feliz em saber.—Sorri.—O papai está morrendo de saudades da minha princesa . —Oh pai, não me faz querer chorar.—Meus olhos já nublam com as lágrimas.—Eu estou sentindo muito a falta de vocês também. Sabem como é difícil pra mim ficar longe, ainda mais em outro país. —Em breve você estará de volta em casa.—Ele limpa uma lágrima. Meu pai é chorão, igual a mim. Minha mãe é a mais durona, sempre foi.—80 dias passam bem depressa. —Se a saudades aumentar, eu voltarei antes do previsto.—Pisco rápido, para que as lágrimas não escorram.—Não suporto ficar longe de vocês dois por tanto tempo. —Oh meu Deus, não vou aceitar que meu peixinho magrelo cresça.—Meu pai faz drama.—Você será sempre a menininha loira dos olhos azuis cintilantes, que tinha medo de pombo. —Isso já faz anos.—Minhas bochechas esquentam só em lembrar dos micos que eu passei com os malditos pombos, durante minha infância e adolescência.—E já tem um tempo que não me chama de peixinho magrelo. —Sentiu falta não?—Confesso que sim.—E olha que você nem gostava que eu te chamasse assim. —Era um pouco vergonhoso na época. Mas agora eu gosto.—Aumentava o bullying na escola, quando algum estudante ouvia meu pai falar. —Já pararam de chorar?—Minha mãe volta a aparecer na tela, limpando as mãos num pano de prato azul. —Sim.—Comento rindo.—Foi meu pai que começou. —Sei bem que foi ele.—Ouço meu pai resmungar, mas não consigo decifrar o que era.—As tortas já estão no forno. Se estivesse aqui estaria junto com seu pai, comendo escondidos de mim. —Verdade.—Sinto vontade de chorar novamente. Meu celular vibra e vejo que é uma mensagem de Jack.—Beijos mãe, vou precisar desligar agora. Eu amo a senhora. —Beijos meu amor.—Manda beijo e eu também.—Te amo muito meu amor. —Beijos pai.—Aceno diversas vezes.—Te amo papai urso. —Te amo peixinho magrelo do papai.—Lá vem a vontade de chorar. Com um sorriso, desligo a chamada. Eu sinto tanto a falta deles. Não sei se será um pdorbelma no futuro, a forma que eu sou tão apegada aos meus pais. Por isso que as vezes me chamam de criança dependente . 'Estou com saudades minha bonequinha. Venha me ver hoje, ou eu vou ir te ver.' Meu coração já acelera com essa mensagem. Eu não duvido que ele venha até aqui. Mas seria bem r**m pra mim. O que o meu tio ia pensar? Estou aqui a tão pouco tempo e já levaria alguém na casa deles ? Tenho certeza que ele contaria ao meu pai. 'Não vou entrar pela porta da frente da sua casa. Vou dá a volta. Você me esperaria atrás dela?' Não estou me reconhecendo. Oklahoma está me mudando? 'Estou te esperando bonequinha.' Fecho meus notebook e o guardo. Pego meu celular, e vou até a minha tia. —Tia, eu vou sair com a Giulia. Daqui a pouco eu volto.—Estou até mentindo agora. E em nome de alguém.—Tudo bem? —Claro.—Sorri.—É bom que faça uma amizade. Se divirta e volte quando quiser. —Ok. Tchau . É um caminho um pouco longo, até dá a volta na rua que fica na frente da casa dos meus tios, para chegar atrás das casas desta mesma rua. Não quero me arriscar tento, dando bandeira. Depois de uns 12 minutos caminhando lentamente, chego a outra rua. Vejo Jack me esperando, encostado numa árvore e segurando uma garrafa de vidro nas mãos. É estranho as casas aqui não possuírem muros ou cercas. —Oi.—Como se anda? —Oi bonequinha. —Joga a garrafa no chão e vem até mim. Me beija. Um beijo de tirar o fôlego, e depois se afasta.—Linda como sempre. Minha bonequinha. —Você gosta da palavra 'minha'. —Não mais que chupar sua boceta.—Ok, não era essa a reposta que eu estava esperando. Ele é tão sem filtro.—Veio de vestido como sempre, é só abrir suas pernas e poderei te chupar onde eu quiser. —Me chamou aqui pra isso?—cruzo meus braços e tanto não olhar descaradamente o físico dele. Não usa uma camisa. Exibe o abdômen perfeitamente esculpido, cheio de tatuagens e músculos. Usa um short preto, daqueles que se usam pra treinar. Consigo ver a marca da cueca cinza que ele usa. —Gostou do corpo do seu homem?—Sobe as mãos dentro do meu vestido, chegando na minha bunda.—Pode tocar o quanto você quiser, é todo seu. —Jack...—É só isso que eu falo. Ou melhor, solto em gemido. Ele parece gostar bastante da minha b***a. —Vamos entrar. Não quero que nenhum homem te veja assim, cheia de t***o. Entramos na casa pela porta lateral. Entramos pela cozinha dessa vez. Me assusto quando vejo um casal quase fazendo sexo, encostados numa parede. —Ronan filho da puta.—O homem se afasta da mulher e levanta os braços sorrindo. O rosto dele está bem manchado de batom vermelho.—Na p***a da minha cozinha não c*****o. Ele gosta de xingar. —Foi m*l cara.—Estende a mão pra mim.—Sou Ronan, como já deve saber. E você deve ser a prima gostosa da Mollie. —Filho da puta.—Jack dá um soco nele, que cambaleia pra trás.—Fala isso de nove e não receberá mais que terra na cara. —Me desculpa.—Mesmo depois do soco, ele ainda continua rindo, nem um pouco abalado.—Quis dizer a prima da gostosa da Mollie. Me atrapalhei nas palavras. —Nem pense em tocar nela.—Diz entre dentes, ameaçador. Quando se vira pra mim, ainda está em estado de fúria.—Vamos Ellie, antes que eu perca de vez a minha paciência. Ele não me chamou de bonequinha. Jackson me pega no colo, para a minha surpresa, e só me solta sobre a cama, já trancada dentro do seu quarto. Quando termina de passar a chave, me olha com raiva. —Gostou do jeito que ele olhou para o seu corpo?—Quase grita, fazendo com que eu me encolha na cama. —Gostou do assédio do filho da p**a do Ronan? Me responde merda. —Mas eu não fiz nada.—Abraço meus joelhos.—Eu nem falei nada. —Não suporto a ideia de outro desejando o que é meu.—Me olha como se eu fosse uma presa, prestes a ser predada.—Você é minha bonequinha. Entendeu? Estou acuada, entre ele e a cama. —Só minha.—Cheira os meus cabelos, descendo pelo meu colo. Faz com que eu me deite na cama e ele se acomoda sobre mim, deixando minhas pernas abertas e ao redor da sua cintura. Sinto seu m****o rígido me tocar por cima da calcinha. Ele se esfrega em mim, me provocando. —Você me assustou Jack. —Me desculpa bonequinha. Eu me descontrolei.—Beija o meu pescoço e eu me sinto calminha nos braços dele.—É um sentimento novo, estou aprendendo a lidar com ele. Terá de ter paciência comigo. —Você está mais calmo?—Passo os dedos entre seus cabelos, enquanto ele passa o nariz por cima do meu vestido. —Sei o que me acalmaria agora.—Apalpa um dos meus p****s, me fazendo suspirar. Já li algo parecido com o que ele está demonstrando agora: fetiche por s***s. Digamos que sou um pouco tarada quando se trata de romances. Nos relatos reais que eu li, geralmente são homens que gostam de tomar o leite materno, diretamente dos s***s de uma lactante. São diversos os fatores que ajudam para que isso ocorra. O principal ,é a falta de amamentação na fase inicial da vida da criança. Pessoas que não foram amamentados pelas mães, tendem a ter esse fetiche. Fiz meu dever de casa. Da outra vez que estive percebi que ele fechou os olhos e sugou meu mamilo como um bebê. —O que? —Seu mamilo na minha boca.—Abaixa as duas alças do meu vestido e captura um mamilo entre os lábios. Abaixando as minhas pernas, ele se deita com a cabeça um pouco acima do meu seio, permitindo que ele sugue de maneira confortável. Suas pernas ficam sobre as minhas, me impedindo de me mexer. —Você gosta?—Ele só balança a cabeça e volta a fechar os olhos, se acalmando aos poucos. Depois de mais de quinze minutos, só sugando meu peito, ele me solta. Parecia bem mais calmo. —Já tinha feito isso antes?—Pergunto a ele que nega.—Você sente uma atração maior por s***s? —Descobri depois que vi os seus.—Os toca, de maneira carinhosa.—Eles são lindos bonequinha. Conseguem me acalmar. —Eles são bem pequenos.—Olho para os meus próprios peitos.—Você gostaria que saísse leite? —São perfeitos pra mim.—Contorna meu rosto com a ponta dos dedos.—E passou pela minha cabeça por alguns segundos, como seria se saísse leite. Eu nunca provei. Minha mãe não gostava de me dá, quando eu era bebê. Ele olha para os meus p****s, tocando a pele e passando o polegar sobre o mamilo. —Não se atormente com isso, é bobagem minha.—Um sorriso malicioso toma conta do seu rosto.—Agora eu preciso chupar minha bonequinha. Preciso ter o seu gosto na minha língua. Fecho os olhos e me entrega, enquanto ele me dá prazer com a língua. É maravilhoso.
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