?Jackson:
—Não quero saber de p***a de nada. Eu quero que esses filhos da p**a queimem no fogo do inferno. Quero a p***a do meu dinheiro pra ontem.—Bato na mesa. As notas que estão sobre ela, balançam com o impacto.—Vocês têm dois dias pra trazer tudo até mim.
—Sim senhor.—Os dois assentem com a cabeça e saem.
Tive que vim para o centro da cidade, num dos apartamentos que usamos. Várias pessoas estão devendo, já dei tempo o suficiente pra que a dívida fosse paga. Agora ou me dão a p***a do meu dinheiro ou vão pagar com a insignificante vida.
Junto os 700 mil e coloco tudo em duas maletas.
A venda de drogas está cada vez melhor. As últimas duas cargas que vieram do Paraguai e do Brasil fizeram sucesso com nossos clientes. Uma vez a cada quinze dias eu tenho que vim até aqui, pegar meu dinheiro e voltar pra casa. Todo o dinheiro é guardado dentro da minha casa, num cofre de última geração, impossível de ser aberto.
Já fiz vários testes ,oferecendo muito dinheiro pra quem conseguisse abrir. Ninguém conseguiu. Provando a eficácia do equipamento. Paguei uma pequena fortuna pra que ele fosse fabricado. Não aceitaria menos que isso.
Não queria ter que vim, preferia estar fodendo a b****a da minha bonequinha. Estar dentro dela é o paraíso. Chupar aqueles p****s enquanto soco meu p*u dentro dela. Começo a ter uma ereção só em lembrar das vezes que ouvi ela implorar pra receber meu p*u duro dentro de si. Aquela bocetinha apertada e pequena que me deixa louco.
Aperto meu p*u e solto um resmungo de puro desagrado. Preciso ter a minha bonequinha em meus braços logo, ou eu vou enlouquecer.
Carregando as maletas, eu coloco no fundo falso do meu carro. Armado com duas pistolas automáticas, uma AK47 e uma sub-metralhadora, me sinto um pouco mais protegido. O carro é completamente blindado. Da lataria aos pneus. São poucos os calibres que passam por eles.
Pego meu celular e envio uma mensagem pra minha bonequinha.
'Quero você hoje a noite. Deixe a janela do seu quarto entre aberta, vou te fazer uma visitinha.'
É ainda mais gostoso trepar com ela as escondidas. Quando todos já estão em seus quartos, eu entro no quarto dela e a faço minha. Como ela de quatro, só ouvindo os gemidos abafados pelo travesseiro. Ela sente medo, mas eu não. Entro às 12 horas da noite e às 5 da manhã eu saio por onde entrei. Depois de uma longa madrugada regada a sexo.
Guardo meu celular e começo a dirigir.
Já são mais de 10 horas da noite. O trânsito está uma merda, me deixando ainda mais irritado. Me sinto ansioso para a ter em meus braços. Algo que nunca aconteceu antes. Geralmente não costumo repetir as mulheres com quem eu trepo, e ela se tornou uma exceção.
Aquela pequena mulher ainda não tem conhecimento do poder que tem nas mãos.

De volta a Oklahoma.
Tudo que eu menos queria era ver essa aspirante a p**a perto da minha casa. A garota parece que não cansa de levar foras.
—Me dê um bom motivo para não te matar agora e mandar somente os restos para os seus pais.—Ergo um pouco a minha camisa e ela tem o vislumbre da arma reluzente na minha cintura. A minha favorita.
—Perderia a melhor f**a da sua vida.—Ergue ainda mais a saia, me deixando ver sua b****a descoberta. Franzo o cenho e ela sorri, de modo malicioso.—Eu tenho o melhor anal, e há quem diga que não estou mentindo.
—Saia da minha frente.—Passo por ela e a empurro. Me impedindo de seguir, segura no meu braço e tenta tocar no meu p*u. Mas recebe o cano da minha arma do lado do rosto.—Estou relevando sua vida medíocre, somente por conta dos seus pais que são bons vizinhos.
—Eu sou melhor que ela.—Percebo o medo no seu rosto, e pressiono o cano na sua bochecha. Se eu apertasse o gatilho agora, nessa distância, nada sobraria da sua cabeça e eu me sujaria inteiro de sangue.—Em tudo. Eu sempre fui.
—Burra.—Cuspo na sua cara.—Nunca será 1% do que ela é. Não a compare com a p**a que você é.
—A sonsa conseguiu o homem que eu quero a mais de um ano.—Parece que está com vontade de chorar. Fato que não me abala nem um pouco.—Ela veio pra atrapalhar a minha vida. Se veste igual uma virgem cafona. O que pode ver nela? Além de uma menina sem sal que veio do interior.
—De sem sal ela não tem nada. E virgem, humm...—Inspiro o ar com força ao me lembrar de como foi bom f***r aquela b****a virgem.—Sabe aqueles vestidos cafonas que ela usa? É ainda melhor pra fodê-la, não há necessidade de tirar.
—Eu sabia que você estava comendo aquela p*****a metido a besta.—No segundo seguinte ela sente o peso da minha mão batendo na lateral do seu rosto.
—Mais uma ofensa e eu aperto esse gatilho.—Pressiono com mais força e a solto. Coloco minha pistola de volta na cintura e caminho como se ela não fosse nada.
E realmente não é.
A passos lentos, chego na porta e a destranco. Antes que eu entre, ouço a voz de anjo que fica melhor ainda no meu ouvido.
—Jack...—Me viro a tempo de ver meu anjo correndo na minha direção e pulando no meu colo. Abraço sua cintura fina e coloco meu rosto no seu pescoço, sentindo o cheiro da sua pele e dos seus cabelos.—Eu senti sua falta.
—Eu também bonequinha.—Beijo seu pescoço e sorrio feliz. É a primeira vez que ela faz isso, não sendo entre quatro paredes.
—Meu pai vai gostar de saber como a sobrinha exemplo dele está se comportando.—Mollie fala e a minha bonequinha parece não dá muita importância, pois aperta as pernas ao meu redor e fica com o rosto escondido na curva do meu pescoço.—Está se comportando como uma p**a Ellie.
—Preciso matar a saudades de você.—Ainda com ela agarrada ao meu corpo, entro na minha casa e bato a porta, a ouvindo trancar.
Subo as escadas, não me importando de carregar seu corpo. Ela é bem levinha. Ao chegar no meu quarto, deposito seu corpo na cama e o cubro com o meu, buscando logo a sua boca, num beijo cheio de saudades. Fico entre as suas pernas e começo a esfregar meu p*u já duro no seu centro. Separo nossas bocas quando sinto algo me molhar. Olho para baixo, levanto um pouco seu vestido e vejo que ela está sem calcinha.
—Não sei se te chupo agora ou te dou umas palmadas por sair na rua assim.—Dou um tapa na sua b****a que molha a minha mão e pulsa. A aperto com as mãos em formato de concha, ouvindo seu gemido baixo e manhoso.—O que você quer bonequinha?
—Umas palmadas...—Abre as pernas quando eu coloco dois dedos na sua a******a e começo a enfiar rápido e com força, enquanto esfrego seu monte de nervos com o polegar. O líquido transparente escorre dela e molha os meus dedos.
—Fica de quatro.—Retiro os dedos dela e coloco na boca, chupando e sentindo o gosto da minha mulher.—Vou te dá o que você quer.
Parecendo ansiosa, ela faz o que eu mando.
Empina a b***a, ficando toda exposta pra mim. É uma visão e tenta. A b****a rosinha, com pelinhos ralos e loiros. A b***a magra, durinha do jeito que eu amo. Aperto as duas nádegas e as separo um pouco, vendo seu ânus piscando.
—Outro dia eu te como aqui.—Acaricio o buraco ainda virgem e ela retrai.—Agora vou te dá o que você pediu.
Me posiciono de joelhos na cama, atrás do seu corpo, levanto o braço e solto o primeiro tapa. Ela grita alto e geme em seguida. Sorrio ao ver que ela gosta. Continuo batendo, intercalando entre uma b***a e outra. Enquanto a estapeio, vendo sua b***a ficar vermelha, aproveito pra abrir o zíper da minha calça e a abaixar junto com a cueca. Meu p*u salta pra fora, pronto pra entrar nela.
Depois de mais de quinze tapas, sem aviso, entro nela e não paro para que se acostume. Fodo sua b****a, ouvindo seus gemidos altos de prazer. Solto alguns gemidos roucos também, porque sei que ela gosta. Abaixo ainda mais o seu tronco e jogo a cabeça pra trás, delirando de prazer.
—Que saudades.—Observo como meu p*u abre caminho para dentro dela. O seguro com a mão e o mexo um pouco pra cima, estimulando também seu ânus. Volto a meter fundo nela, minhas bolas batem na sua b****a molhada e o barulho erótico ecoa por todo o quarto.
Mais alguns minutos, aumentando e diminuindo a velocidade, Ellie goza pra mim tremendo e eu vou logo na sequência, derramando todo meu g**o dentro dela, que recebe. Continuo me movendo, fazendo uma sujeira pegajosa. Retiro meu p*u de dentro dela e bato com ele no seu ânus. Como está todo melado, foi fácil de tentar colocar somente a cabeça. Entrou somente um pouco, mas logo eu tiro, voltando a bater com o p*u na sua a******a que ainda escorre a minha p***a.
Me deito na cama, trazendo Ellie comigo. O quarto cheira a sexo. Terei que mandar alguém limpar depois.
—O que foi aquilo lá fora?—Pergunto depois de um tempo em silêncio.
—Queria que ela ficasse longe de você.—Se encolhe e eu sorrio.—Não é pra rir.
—Querendo marcar território bonequinha?—Estimulo seu mamilo.
—Talvez sim.—Vira um pouco o corpo deixando o seio livre. —Ela quer você, e agora vai ameaçar contar para os meus tios que contarão para os meus pais.
—Não se preocupe. —Puxo seu mamilo e ela resmunga.—Ela não irá falar nada. E se falasse, não teria problema pra mim. Não quero ter que ficar encontrando você as escondidas e invadindo seu quarto durante a noite.
—O que eu sou pra você?—Sua pergunta não me pega se surpresa.—Somos companheiros de sexo, somente?
—Você é minha, bonequinha.—Passo a língua no mamilo.—Somos mais que companheiros de sexo.
—Eu ainda não entendi. Somos namorados?
—Você é minha mulher e eu sou seu homem. Fim.—Encerro o assunto e ela fica calada.
Aproveito pra começar a sugar seu seio, apertando seu corpo e recebendo carícias.
Em breve meu leite irá começar a sair.