Jackson:
Guardo os comprimidos que eu acabei de comprar, dentro da cômoda ao lado da minha cama. Minha bonequinha já levou alguns, e creio eu que já está tomando. Sorrio, sabendo que ela terá uma surpresa logo logo.
—E então, nada de orgia hoje?—Ronan pergunta pela milésima vez só hoje.
—Um 'não', não é o suficiente pra você não?—Me sento numa cadeira, ascendendo o cigarro de maconha, tragando e soprando a fumaça.
—Qual é cara. Cadê o velho Jack que eu conhecia?—Bebe a cerveja.—Você não perdia a oportunidade de f***r duas gostosas ao mesmo tempo.
—Já disse que não.
Olhando pra rua pouco movimentada, avisto cabelos loiros. O vestido azul claro flutua com o vento, bagunçando também os cabelos.
—E eu já sei o motivo da sua recusa.—Ronan está olhando o mesmo que eu.—Também, com uma mulher dessas.
—Não é a minha bonequinha.—Trago o cigarro outra vez, desviando o olhar.
—Como não?—Ronan limpa os olhos com as costas das mãos.—Eu já estou bêbado tão cedo? Ou estou cego.
—É a prima dela.
—c*****o. —Ronan parece perceber que não é a Ellie, e sim a Mollie.—Ela está idêntica. Onde estão as mine saias, que era só levantar e enfiar o p*u? Será que começou a usar calcinha? Essa garota é maluca.
—Maluca nada, está só fazendo um joguinho i*****l que deve ter visto em algum filme. A maluquice dela eu tiro rapidinho, com uma calibre doze na costela.
Minha bonequinha me enviou uma mensagem informando que iria passear pelo centro com uma amiga que ela fez aqui. Acho que comprar aqueles livros melosos que ela lê. A esperei aqui, e lhe dei uma quantia em dinheiro, e ela recusou de início . Praticamente a obriguei aceitar. Me dando um beijo gostoso, ela foi se divertir um pouco.
Há um segurança na cola dela. Saberei se algum filho da p**a tentar se aproximar. E ele será morto por mim.
—Bom dia rapazes.—Ela sorri e abaixa a cabeça, como se estivesse envergonhada.
—Fala Mollie.—Ronan responde e eu não faço nem questão. Continuo fumando meu cigarro, ignorando a presença dela.-Decidiu mudar de visual agora?
—Percebi que aquele meu antigo estilo não era eu. Não me fazia bem. Então agora eu me sinto bem em estar assim.—Sorri e eu sinto vontade de encher a cara dela de bala.—Ellie está me ajudando nessa minha mudança. Até me emprestou algumas roupas.
Sinto vontade de gargalhar.
Essa filha da p**a roubou as coisas da minha bonequinha, pra entrar nesse personagem ridículo na tentativa de me fazer fodê-la.
—Oi Jack.—Acena e eu não dou a mínima.
—Ele não é muito receptivo a você Mollie. Mas não se preocupe, euzinho posso muito bem cuidar de você.—Ronan aponta pro próprio peito.—Será que não pode se contentar comigo gatinha?
Ignoro a interação dos dois e pego meu celular.
Mando uma mensagem pra minha bonequinha, ela tem que voltar logo, preciso chupar aqueles p****s que são só meus.
Para minha surpresa, ela não demora a me responder. E me responde com uma imagem. Minha boca chega salivar com a imagem do peitinho dela, com o mamilo durinho, do jeito que eu gosto de chupar e puxar. Minha bonequinha tá muito ousada e eu não sei se gosto tanto disso. Prefiro ela toda tímida, recatada.
Depois da foto ela me envia uma mensagem de texto, pedindo pra que eu vá buscá-la .
—Tu vai pra onde Jack?—Ronan pergunta quando eu me levanto.
—Buscar minha mulher.
Não espero que ele fale mais nada. Entro na casa pegando a chave da minha mais nova caminhonete, um Ram 2050, top de linha. Dirijo rápido até o centro da cidade, onde a minha bonequinha está. Não demoro muito pra identificar ela, por conta dos cabelos que parecem brilhar com a luz do sol.
Estaciono e abro a porta pra que ela entre.
—Senta e abra as pernas.—Ordeno quando ela se acomoda no banco. Ofegando, ela faz o que eu mando.
Sorrio e ligo o carro dando partida. Com uma das mãos livres, levo até as coxas dela, na qual eu aperto e escuto seu gemidinho manhoso. Desço mais a mão e chego no meio das pernas, encontrando sua calcinha já um pouco molhada. Acaricio por cima da calcinha, e depois a afasto para o lado. Percebo que a minha bonequinha já está bem molhada, pronta pra receber meu p*u.
Com dois dedos, começo a estocar dentro dela, logo coloco mais um, esticando sua b****a, morrendo de t***o e com vontade de colocar meu p*u ali. Ela se encosta mais no banco, abrindo mais as pernas pra me dá acesso. Quando ela está quase gozando, eu retiro meus dedos melados e os levo a minha boca. Limpo tudo que foi pra minha mão, sabendo que ela está me observando bem de perto.
—Quer ser fodida dentro desse carro?—Puxo agora, um de seus m*****s, que começam a ficar cada vez mais sensíveis. Aperto seu peito com força e ela geme manhosa, abrindo ainda mais as pernas.—Responda.
—Sim, eu quero.—Não evito em sorrir largo.
—Não tem receio de alguém ver essa sua bocetinha engolindo meu p*u?—Estico seu mamilo durinho.—Ou ouvir seus gemidos altos enquanto é fodida pelo seu homem?
—Você não deixaria que alguém me visse ou me ouvisse.—p***a, ela me conhece tão bem.
—Tem razão minha bonequinha.—Deixo seu monte gostoso e que me alimentará em breve, e desço a mão novamente pra dentro da sua calcinha.—Eu vou parar numa rua, vou comer você com força dentro desse carro. Quero que você esfregue a b****a no meu rosto, me mele com seu prazer, e depois você vai cavalgar em mim, enquanto recebe tapas nessa b***a durinha.
Estaciono meu carro. Ele possui vidros completamente escuros, mesmo sendo ilegal usar desse modelo. Eu não ando dentro da lei. Devido a mais complexa e segura blindagem, o som não se propaga pra fora com a mesma intensidade de um carro comum.
—As pessoas podem passar e perceber que estou te comendo aqui, e isso me excita pra c*****o. —Abaixo bastante o meu banco, pra que ele consiga sentar no meu rosto.—Agora vem aqui, eu preciso chupar você.
Rapidamente ela monta no meu rosto, depois de ter tirado a calcinha. Não perco tempo e caio de boca, a chupando por completo. Abaixo as suas costas, a deixa bem aberta, intensificando o movimento da minha língua. Ela começa a rebolar enquanto geme e punheta meu p*u. Solto um gemido rouco quando ela pega meu p*u com mais força e começa a rodear a cabeça com a língua úmida.
Ficamos nessa posição gostosa, até que ela goze sujando meu rosto e eu encha a boca dela com a minha p***a.
Tive que a tirar de cima de mim, ela não queria soltar o meu p*u. Mesmo depois de eu já ter gozado e estar bastante sensível, ela continua chupando e ele continuou duro, obedecendo ela.
—Cavalga pra mim minha gostosa.—Dou o primeiro tapa na sua b***a, quando ela engole todo o meu p*u, numa sentada só.
Já com experiência, minha bonequinha sobe e desce, segurando no meu ombro. Agarro sua b***a pelo t***o, apreciando a quentura dela ao meu redor. Com a ponta de um dos dedos, faço o contorno do seu ânus ainda virgem. Ela não paro quando eu faço isso, parece que sente ainda mais t***o. Sorrio ao saber que ela é a minha p*****a perfeita. Retiro meu p*u de dentro dela e bato algumas vezes no seu ânus, o deixando piscando e lubrificado. Depois volto a encaixar na sua entrada e ela continua a subir e descer. Vou brincando com seu buraquinho, que está implorando pra ser fodido também.
—Isso minha v***a, assim.—Dou dois tapas em cada lado do seu rosto, segurando seu pescoço. Meu polegar, coloco dentro da boca dela, a vendo chupar e revirar os olhos, como uma p**a safada. —Você é minha p**a, só minha.
—Só sua.—Cavalga mais rápido, se esfregando em mim, querendo gozar.
—Eu vou te encher com a minha porra.—Aperto ainda mais seu pescoço, vendo ela passar a língua na ponta do meu polegar.—Quando chegar em casa, você vai chupar meu p*u mais uma vez, depois as minhas bolas, e vai ter minha p***a descendo pela sua garganta.
Minha bonequinha delira de prazer, quicando e gemendo alto, fazendo o carro balançar.
Solto sua b***a e começo a esfregar seu c******s, querendo que ela goze logo. Ellie treme e grita, quando ejacula em mim, me molhando todo. Enquanto os fluídos saem de dentro dela, eu continuo a entrar e sair e esfregar seu c******s.
—Jack... Para...—Ela está bem sensível. Levo minha boca aos seus s***s e começo a chupar, quando vou gozando violentamente. Fecho os olhos, tentando me acalmar, com um dos m*****s dela na boca.
Aos poucos eu vou parando, deixando de me mover. Ela fica ainda montada em mim, tremendo e gemendo baixinho.
—Eu estou apaixonada por você.—Diz baixinho no meu ouvido, roçando o nariz no meu pescoço.—Você está adentrando meu coração Jack.
—Você será completamnte minha.—Tento tirar meu p*u de dentro dela, mas ela protesta e eu a deixo assim, encaixada a mim.—Não quer sair?
—Me deixa aqui.—Se aninha mais ao meu corpo.—Não vai dizer que ao menos gosta de mim?
—Você quer ouvir isso minha bonequinha?—Acaricio as suas costas.—Você também está despertando novos sentimentos em mim. Eu estou aprendendo a lidar com eles.
—É novo pra nós dois. A gente aprende junto, e começa a lidar junto também.—Destribui beijos na minha pele.—Eu não vou demorar pra começar a amar você. Eu gosto quando você me chama de bonequinha, como você demonstra gostar da minha presença. Da maneira que me abraça sempre que a gente adormece junto. Eu queria ter que acordar com você também, mas sei que a gente não pode.
—Deus bonequinha, não me faça amar você.—Peço quase que numa súplica.
—Eu quero que você me ame Jack. —Ergue o rosto, para manter contato visual comigo. O sorriso cansado, porém lindo, aparece no seu rosto, fazendo algo remexer dentro de mim.—Eu quero muito amar você.
—Nunca deixarei você ir.—Ajeito seus cabelos que estão um pouco molhados pelo suor.
—Eu não quero ter que ir.
—Você é minha.—Falo como um homem das cavernas.—Minha mulher. Todos saberão que eu sou seu homem. Irei colocar o mundo aos seus pés mulher.
—Eu só quero você. Só você.—Acaricia meu rosto com carinho, deixando um beijo no meu maxilar.
—Você já me tem bonequinha. —Declaro.—Meu anjo.