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1880 Words
?Jackson: Uma semana depois... Minha bonequinha está morando comigo a uma semana. E devo confessar, que está sendo a melhor semana da minha vida em anos. Fazemos sexo a todo instante. Se ela olhar pra mim daquele jeito inocente, meu p*u fica duro e ela o engole com a boquinha gostosa. A acordo chupando sua b****a, ou ela me acorda sentando no meu p*u. Durmo toda noite chupando seu mamilo, sentindo cada vez mais a necessidade de ter meu leite saindo dele. Ronan não vem mais a minha casa com tanta frequência. Comprou um apartamento pra ele, pra facilitar o trabalho. Eu fico feliz em saber que ele já não tem as chaves da minha casa. Assim eu posso comer a minha mulher em paz, sem preocupações. Os seguranças que ficam em frente a casa, fazendo as rondas seja a pé ou de carro, devem ouvir e perceber o quanto que nós fodemos juntos. Minha bonequinha tem todo o gás e não se cansa tão fácil. Só a deixo descansar um pouco, depois que sua b****a já está vermelhinha e inchada. —Tá pensando em mulher filho da mãe?—Ronan joga um saco plástico no meu rosto. —É o quê? —Olha pra esse p*u como tá.—Aponta pra minha calça. Olho pro mesmo e vejo que meu p*u está duro e bem evidente na calça.—Vai da uma aliviada Jack, não sou obrigado a ficar vendo isso. —Vai se f***r Ronan.—Aperto meu p*u, querendo que ele se acalme um pouco. Minha bonequinha dará um jeito nele em algumas horas. —Sua irmã não colabora.—Sorri de uma forma nojenta.—Aquela p**a ainda quer cobrar, e caro ainda. Já comi tantas vezes de graça. —Cuidado com a doença.—Preparo um back.—As vadias insistem em tentar tirar dinheiro de mim ou do meu pai. —Não pensou em dá o que pedem e assim ficar livre dela de uma vez? —Não vão ter nem um centavo meu.—Coloco o fogo e começo a tragar.—Que comecem a trabalhar nas esquinas. Não verão um dólar do meu dinheiro. —Você que sabe.—Faz uma carreira de cocaína, cheirando de uma só vez. O filho da p**a tem um aspirador de pó no nariz. Tive que deixar minha mulher nua na cama, só pra vim ver o que Ronan queria. Não queria nada, só saber da minha vida e pedir aumento de novo. —Celular tocando chefe.—Aponta pra mesa, onde meu telefone está vibrando. Acabei tirando o som.—Já mereço uma percentagem a mais. —Oi gostosa. —Atendo a minha mulher. —Oi amor.—Sei que ela ficou vermelha quando disse isso. Ela sempre fica. —Aconteceu alguma coisa? —Tem duas mulheres aqui.—Já fico tenso, tendo uma idéia de quem seja.—E elas estão insistindo pra falar com você. Não sei quem são, mas elas disseram que são sua família. Sua mãe e sua irmã. —Está no mesmo cômodo que elas?—Me levanto da cadeira ,já pegando a chave do meu carro. —Não. Tem um segurança com elas no que parece ser seu local de trabalho.—Fico um pouco aliviado.—Eu senti sua falta quando eu acordei, Jack. Por que levantou e não me acordou? —Tive que sair bem cedo, e você estava descansando. Não posso deixar você esgotada.—Falo com malícia.—Chego em casa em breve, e prometo recompensar você, bonequinha. —Vem pra casa logo.—A voz manhosa dele deixa meu p*u ainda mais duro. Preciso da minha mulher. —Me espere. Nua sobre a cama, com as pernas bem abertas. Coloque a gravata e a venda sobre a cama, nós vamos brincar. —Estou te esperando.—Finalizo a chamada. —De quatro por uma mulher.—Ronan começa.—E loira ainda. Onde está aquela estória 'não gosto de loiras'? —Tenho mais o que fazer.—Termino de fumar meu cigarro.—E vê se não me chama pra nada. —Vai lá, cadelinha de mulher.—Mando o dedo do meio pra ele. Agora o desafio será dirigir com o p*u duro. Vou a toda velocidade, querendo chegar logo em casa. Ignoro até o fato das duas vagabundas que foderam a minha vida estarem lá de guarda, me esperando. Em tempo recorde, chego na minha casa. Há um Jaguar cor vinho vibrante estacionado, e eu já sei de quem é. Abro a porta e subo as escadas correndo até o meu quarto. Durante o caminho eu já começo a tirar meus sapatos, camisa e cinto. Ao abrir a porta do quarto, tenho uma visão dos deuses. Minha mulher, expondo a b****a rosa que eu adoro comer, completamente pelada. Os s***s que já estão maiores e mais apetitosos. Fecho a porta com o pé, caminhando até ela como um predador. —Obediente minha gostosa.—Dou a volta na cama e paro ao lado dela. Os olhos estão em mim, brilhando de puro desejo.—Assim que eu gosto. Me abaixo um pouco e a beijo. Seus braços se envolvem no meu pescoço imediatamente. Nos beijamos por longos segundos, até que ficamos com falta de ar. Um beijo gostoso, cheio de língua e luxúria. Seguro no pescoço dela, vendo sua boca entreaberta, e chupo seu maxilar, vendo o lugar ficar vermelho. Minha mulher geme e ergue um pouco o corpo. —Você vai chupar o meu p*u, até que eu goze nesses p****s que são só meus.—Solto seu pescoço e abro o zíper da minha calça, a abaixando junto com a cueca. Meu p*u salta duro, e com ele eu dou batidinhas em seu rosto, vendo o sorriso safado dela.—Me chupa do jeito que você sabe, v***a. Sem precisar falar mais nada, ela começa a me pagar um boquete. Rodeia a língua na minha glande, chupa todo o comprimento, passando a língua nas veias que estão alteradas, e por último suga cada uma das minhas bolas, enquanto punheta meu p*u. Jogo a cabeça pra trás e movimento meus quadris, apreciando a maneira que ela me engole com a boca. Os olhinhos brilhantes, me olhando, com a boca cheia. Segurando seus cabelos, começo a f***r sua boca, vendo os olhos com pequenas lágrimas. —Engole tudo.—Enfio meu p*u até na garganta, o sentindo pulsar e jorrar minha p***a quente. Retiro da sua boca rapidamente e termino de gozar nos seus p****s, enquanto me masturbo. —Agora levante as mãos, minha p**a. Com a gravata, amarro seus dois pulsos juntos, no alto da cabeça. Com a venda, cubro seus olhos, a deixando ofegante. Tiro minha calça completamente, e fico completamente nu. Seguro as pernas da minha bonequinha, a puxando para que fique bem na beirada da cama. Me ajoelho no chão, e afastando suas pernas, a chupo, usando toda a minha boca, ouvindo seus gemidos altos de prazer. Serpenteio a língua no seu c******s que pulsa, e com dois dedos, entro nela. Meus dedos trabalham na mesma intensidade da minha língua. Chupo a minha mulher por vários minutos, a deixando bem molhada e escorregadia, muito perto de gozar. Quando ela goza na minha boca, me levando, passando a língua nos lábios e sentindo o gosto delicioso dela. Segurando na sua cintura fina, a viro. —Empine esse traseiro pra mim.— Ordeno e ela faz. A arrumo, deixando sua b***a bem empinada, a deixando bem exposta.—Tão linda. Com dois dedos, abro os lábios, revelando sua a******a bem rosinha. Abaixo o rosto e passo a língua, percebendo que ela estremece com o toque. Continuo chupando, a deixando bem molhadinha pra receber meu p*u. Separo meu rosto e dou dois tapas, um em cada lado da sua b***a. Continuo com a sequência de tapas, só parando quando sua b***a fica bem rosinha, beirando ao roxo. —Vamos experimentar algo novo hoje.—Digo e mordo sua b***a, antes de me afastar. Abro a última gaveta da cômoda, pegando a caixa que havia guardado. A levo até a cama. Abro e pego a joia e o tubo de lubrificante. —Você quer gostosa?—Passo a ponta do meu indicador no buraco que irei comer agora. —Sim.—Geme. Separo ainda mais suas pernas, e jogo o lubrificante na sua b***a. Pego a joia prateada e a levo até seu buraquinho virgem. Começo a introduzir, assistindo a dilatação. Quando a joia está toda dentro, me afasto admirando. —Tão linda.—Força a joia, ouvindo o gemido dela.—Agora eu vou te f***r. Você vai se acostumar primeiro e depois eu vou comer a sua b***a. Pegando meu p*u, coloco na sua entrada e começo a penetração, ouvindo um grito vindo dela. Minhas bolas batem na sua b****a molhada, fazendo o barulho excitante espalhar pelo quarto. Segurando seus braços que ainda estão amarrados, atrás das costas, a como com força. Solto alguns gemidos, ofegante , admirando a joia na sua b***a e meu p*u entrando e saindo. Jogo a cabeça pra trás, sentindo um prazer incomum. Quando os gemidos dela começam a ficar mais altos, retiro meu p*u da sua b****a, ao mesmo tempo que retiro o plug. Seu ânus ainda está um pouco aberto e piscando, então eu aproveito pra colocar meu p*u aos poucos. Trinco os dentes, sentindo o quão apertado ela é. Quando meu p*u está todo dentro, eu fico parado. E pra minha surpresa, minha bonequinha vem ao meu encontro, movimentando seu traseiro. Observo, e vejo sua b***a engolindo meu p*u. Sem conseguir me controlar, começo a f***r sua b***a com força. Minhas bolas batem na sua entrada. Puxo seus braços com uma das mãos, e com a outra esfrego seu c******s de forma frenética, sentindo que estou bem perto de gozar. —Jack...—Chama meu nome e goza, se debruçando na cama, ainda recebendo meu p*u bem fundo. Aumento ainda mais a velocidade, gozando na sua b***a, a enchendo como sempre.  —Nos deixou esperando durante todo esse tempo, pra ficar fodendo essa daí?—Heather começa. —E essa v***a geme tão alto que até os vizinhos escutaram. —Sinto minha mulher se encolher ao meu lado.—Deveria ser mais silenciosa queridinha. —Eu posso subir Jack?—Ela pergunta baixinho, segurando no meu braço. —Fale da minha mulher mais uma vez, e não sairá com vida daqui.—Pego a minha arma e a destravando. Ellie se assusta e segura meu braço com ainda mais força.—Saiam da minha casa agora. Não vou pedir de novo. —Jackson, nós precisamos de dinheiro.—Heather fala mais uma vez.—Tem que nos ajudar. —Podem tirá-las daqui.—Ordeno aos dois seguranças que prontamente a arrastam pra fora da casa. Ainda conseguimos ouvir os gritos das duas, mesmo estando do lado de fora. —É a sua mãe Jack.—Minha bonequinha fala. —Não opine está bem?—Seguro na lateral do seu rosto e ela concorda com a cabeça. —Agora abaixe a blusa e mostre esses p****s pra mim, eu quero mamar. Ela não reclama, parece até que gosta quando eu faço isso.
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