Bryan Narrando Continuação... Tirei a pistola da boca dela; a garota chorava desesperada. Soltei o cabelo dela, empurrando-a no chão, e ela continuava se debatendo, feito uma maluca. Essa parada não funciona comigo; sei quando alguém está passando m*l e quando está fingindo, e ela estava fingindo. — Acho melhor parar e me dar logo a fita toda, mina, não tenho tempo nem paciência. — Eu não sei de nada, eu não fiz nada. Me aproximei dela, peguei pelo pescoço e joguei no canto da parede. Só deu tempo de ela cair. Levantei-a de novo pelos cabelos e dei um tapa na cara dela com a mão que segurava a arma, enquanto ela chorava, pedindo pra parar. — Podemos acabar com isso. É só tu dar o papo. Fala aí, quem mandou. Eu olhei pra mina, e ela tinha parado de chorar um pouco. Acho que percebeu

